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Arte

Arte: Artesanato In Memoriam a Lampião e seus cangaceiros

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O Museu do Cangaço, na Cidade de Serra Talhada -PE, concentra grande parte da história e lembrança do destemido Cangaceiro Virgulino Ferreira, o Lampião. 

Lampião ganhou fama por desbravar quase todo o nordeste , quando por uma disputa de terras, seu pai foi morto em confronto com  a polícia. Lampião jurou vingança, e juntamente com mais dois irmão passou a integrar o grupo de cangaceiros, onde mais tarde seria composto  por cerca de 50 homens. Todos  em trajes de couro, casacos, cintos de munição e armas que conseguiam nos confrontos com a polícia.  Porém em meio a diversas  confusões , Virgulino chegou a ser  considerado o herói do nordeste, pois tomava terras  de fazendeiros, coronéis e políticos ricos para dar aos pobres necessitados de um solo pra plantar .

Serra Talhada, sua Cidade Natal, hoje abriga o Museu Do Cangaço, onde guarda o maior acervo de objetos e lembranças do Cangaceiro.

Localizado na antiga Estação Ferroviária, o Museu abre as portas pra visitas de segunda a sexta, preservando, valorizando e divulgando a cultura sertaneja. Com vários cenários que retratam essa história  de luta, o Museu ainda promove atividades de pesquisa, apresentando de  forma contextualizada oficinas e cursos, sendo ainda um canal efetivo de introdução da sociedade com a cultura sertaneja.

  Lá Podemos encontrar  : 

– Móveis e utensílios da  época do cangaço

– Bilhetes escritos pelo Próprio Punho de Lampião

– Armas pertencentes a cangaceiros

– Demonstrativo de ervas  medicinais da vegetação da caatinga

– Sala de estudo e acervo de fotografia com mais de 800 imagens do cangaço

– Loja de artesanato e outros incríveis itens que fizeram parte dessa história.

Não deixe de conferir.

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Por Keane Ferraz

Colunista de Arte do Blog do Silva Lima

Arte

Brad Pitt vai produzir filme sobre denúncias contra Harvey Weinstein

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Produção deve contar história das repórteres do New York Times que revelaram os abusos cometidos pelo magnata de Hollywood

ator Brad Pitt vai produzir um filme sobre os bastidores da reportagem que revelou o casos de abuso sexual cometidos pelo produtor Harvey Weinstein. As informações são da AFP.

A produção deve mostrar o trabalho das repórteres Jodi Kantor e Megan Twohey, do ‘New York Times’, na investigação do escândalo sobre o todo-poderoso de Hollywood.

O longa, que será Plan B Entertainment, de Pitt, e pela Annapurna Pictures, deve seguir a mesma estrutura de filmes sobre grandes investigações jornalísticas, como ‘Spotlight’ (2015) e ‘Todos os homens do presidente’ (1976).

Por Notícias ao Minuto

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Arte

Projeto celebra centenário do Maracatu Rural mais antigo do Brasil

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“Não deixem o brinquedo morrer”. Esse foi o pedido que João Padre, presidente e guardião do Maracatu Cambinda Brasileira durante 50 anos, fez aos filhos João Estevão e José Estevão antes de morrer. Seu pedido ainda ecoa no maracatu, que no dia 05 de janeiro de 2018 chega aos 100 anos. Com objetivo de contribuir para a manutenção dos saberes, projeto resgata em série de fotos e textos, através de relatos dos maracatuzeiros e bastidores do brinquedo, a memória do maracatu de baque solto em Pernambuco.

Unindo a tradição e a modernidade, o Cambinda é o mais antigo maracatu de baque solto em atividade ininterrupta no Brasil. E para celebrar e contribuir com o registro da memória do Cambinda e desta história da cultura popular pernambucana, o projeto Não deixem o brinquedo morrer: Memórias dos 100 anos do Cambinda Brasileira, encabeçado pela jornalista e pesquisadora Adriana Guarda e pelo fotógrafo Heudes Regis, apresenta um estudo sobre o processo de transmissão da herança cultural dentro do maracatu. O resultado disso é uma série de textos, relatos, entrevistas, ensaios fotográfico e vídeos, que ganham forma no acervo digital Não deixem o brinquedo morrer (https://goo.gl/E1FHyR), revelando, semanalmente, um novo capítulo dessa trajetória. Uma revistacondensando os principais questionamentos sobre como se dá manutenção da cultura popular na Mata Norte pernambucana, com artigos e séries fotográficas, além de palestras gratuitas sobre o tema, levam ainda, os saberes da resistência e reinvenção da cultura pernambucana para alunos da rede pública de ensino do Estado.
 
Da ideia de apresentar uma cobertura que não se pautasse apenas pelo Carnaval, abordando os bastidores do baque solto e “como funciona essa máquina de fazer maracatu desfilar”, o projeto, iniciado em 2015, conta com financiamento do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura) e aborda temáticas como a religiosidade do maracatu de baque solto, a organização socioeconômica da agremiação, o processo de reconhecimento do baque solto como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), as mudanças enfrentadas pelo brinquedo ao longo das décadas para se manter em atividade e a história de personagens chaves desse processo, antes de tudo, de resistência. 

Para marcar o centenário, o projeto Não deixem o brinquedo morrer culminará com o lançamento de uma revista, concentrando o resultado das entrevistas e fotos, que será distribuída em 194 escolas municipais e estaduais da Região Metropolitana do Recife e Zona da Mata Norte do Estado, incluindo as seis instituições estaduais e 14 municipais que compõem a rede de ensino público do município de Nazaré da Mata, cidade sede dos Maracatus de Baque Solto. O resultado da pesquisa será apresentado ainda na sede do Maracatu Cambinda Brasileira, em evento de lançamento com projeção de fotos e roda de debate sobre as temáticas abordadas durante as entrevistas que formam o projeto. Alunos do Campus Mata Norte da Universidade de Pernambuco (UPE) e alunos e professores das redes municipal de estadual de Recife e Nazaré da Mata terão ainda a oportunidade de imergir na história e no processo de manutenção do brinquedo em uma série de palestras gratuitas.


Segundo Adriana Guarda, o projeto nasceu do desejo que imergir nos bastidores da brincadeira, repleta de segredos e mistérios preservados apenas pela tradição da oralidade, por quem faz viva a brincadeira em seu cotidiano. “A gente já tinha ido fazer coberturas jornalísticas dos encontros de maracatus em dois anos, e ficamos afim de descobrir os bastidores da festa e saber como funcionava o maracatu no dia a dia, o que as pessoas não veem nas apresentações”, revela. Nas imagens, Heudes Regis traz à tona cenas pouco conhecidas dos bastidores do Cambinda, como a correria e o nervosismo dos brincantes momentos antes de sair para uma apresentação, o preparo das indumentárias, o funcionamento da cozinha e dos dormitórios no período de Carnaval – quando os maracatuzeiros entram em resguardo, e homens e mulheres não podem dormir juntos -, o preparo do rei para brilhar e comandar o maracatu nas ruas.
 
“Nossa proposta é mostrar como funcionam os bastidores do maracatu, através dessas curiosidades periféricas. Imagina como é a cena dos maracatuzeiros pegando o ônibus para ir do engenho para a cidade brincar o Carnaval? É pegar esses momentos do cotidiano e mostrar o maracatu por quem faz o maracatu”, explica Regis. “O objetivo é trazer um pouco dessas memórias e explicar como se deu a transmissão dos saberes até agora. Tentar entender quais são mecanismos utilizados pelos maracatuzeiros para fazer com que o Cambinda Brasileira permaneça nas ruas. As grandes perguntas são: Como eles resistiram cem anos e, daqui prafrente, qual é o plano para existir mais cem?”, completa Adriana. 
 
Nesse processo, a partir dos relatos de mestres de apito, caboclos, arreiamar, guias e os mais diversos folgazões do Cambinda Brasileira, são abordados questionamentos sobre políticas públicas para a manutenção do folguedo. Não deixem o brinquedo morrer aborda ainda quais as mudanças que ocorreram no maracatu ao longo das décadas para que ele se mantivesse em atividade ininterrupta. “Nesse contexto, é preciso se questionar sobre a invenção das tradições. Para manter a tradição, o brinquedo tem que ficar imutável?”. A história mostra que não. O baque solto se revela uma máquina de reinvenção a cada sambada e desfile.

Projeto Não deixem o brinquedo morrer: Memórias dos 100 anos do Cambinda Brasileira

Confira alguns vídeos do projeto:

Não deixem o brinquedo morrer 01# – Os herdeiros do Cambinda

[youtube url=”https://www.youtube.com/watch?v=JldHmVEd2cM” width=”560″ height=”315″]
Não deixem o brinquedo morrer 02# – Mestre Anderson Miguel
[youtube url=”https://www.youtube.com/watch?v=Neyyvw59_ik” width=”560″ height=”315″]
Crédito das fotos: Heudes Regis/Divulgação
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Arte

Star Wars arrecada US$ 745 mi e tem 87ª maior bilheteria da história

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Estúdio espera que o filme atinja a terceira maior bilheteria do ano nos EUA após o Natal.

filme “Star Wars: Os Últimos Jedi” arrecadou US$ 745,4 milhões no mundo em dez dias. A estreia foi em 14 de dezembro. A fatia norte-americana do total foi de US$ 365 milhões até este domingo (24). Com isso, o filme já figura na 87ª posição entre as maiores bilheterias mundiais de todos os tempos.

O estúdio estima que serão arrecadados mais US$ 32 milhões no Natal. Caso as previsões se confirmem, o filme terá a terceira maior bilheteria doméstica do ano, atrás de “A Bela e a Fera” (US$ 504 milhões) e de “Mulher Maravilha” (US$ 412 milhões).

Fora dos Estados Unidos, arrecadou US$ 380,3 milhões. No mercado europeu, teve a quarta maior bilheteria do ano. O Reino Unido é o maior deles, com US$ 67,4 milhões, seguido por Alemanha (US$ 40 milhões), França (US$ 29,3 milhões) e Austrália (US$ 26,9 milhões).

“Jumanji: Bem-vindo à Selva” e “a Escolha Perfeita 3” também tiveram estreias sólidas, e “O Rei do Show” está avançando bem nos cinemas norte-americanos. O público tem mostrado pouco interesse em “Downsizing” e “Father Figures”. Com informações da Folhapress.

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