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Educação

Bolsa de Iniciação Científica começará a ser paga em dezembro

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A partir de dezembro, cerca de três mil estudantes vão começar a receber a Bolsa de Iniciação Científica, um dos benefícios complementares do Programa Auxílio Brasil.
A família do estudante contemplado com a bolsa receberá uma parcela inicial de R$ 1.000 e mais 12 parcelas mensais de R.
A bolsa é destinada a estudantes a que integrem famílias beneficiárias do Auxílio Brasil e que se destacam em competições acadêmicas e científicas, de abrangência nacional, vinculadas a temas da educação básica.
Os pagamentos serão para 15 competições credenciadas. São elas:
– IX Olimpíada Brasileira de Neurociências
– IV Olimpíada Brasileira de Cartografia: Ciência e Arte
– Olimpíada Brasileira de Robótica 2021
– 5ª Olimpíada Nacional de Aplicativos
– Olimpíada Brasileira de Soluções Sustentáveis para Água e Energia
– 3ª Olimpíada Científica Nacional sobre Oceanos e Ambientes Polares and 3rd Hackathon for new technologies for Marine and Polar research
– Olimpíada Brasileira de Matemática
– IPhCO – Olimpíada Internacional de Física e Cultura (fase nacional)
– 24ª Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica
– 10ª Olimpíada Brasileira de Física das Escolas Públicas
– 11ª Olimpíada Brasileira de Agropecuária
– Olimpíada de Matemática dos Institutos Federais
– Olimpíada Brasileira de Informática 2021
– Programa Nacional Olimpíadas de Química
– XVII Olimpíada Brasileira de Biologia
Por:Diario de Pernambuco

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Educação

IFPE Jaboatão abre inscrição de curso gratuito de microempreendedor

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 O Campus Jaboatão dos Guararapes do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia (IFPE), na Região Metropolitana do Recife, abre inscrições para curso gratuito de qualificação profissional de Microempreendedor Individual (MEI). Poderão se inscrever beneficiários do Auxílio Brasil, que sejam maiores de idade e com ensino fundamental completo. Os estudantes receberão uma Bolsa Formação, que corresponde ao custeio das despesas de transporte e alimentação relacionadas ao curso. As inscrições já estão abertas e podem ser feitas até o dia 11 de fevereiro pelo site disponível aqui, ou podem ser solicitadas através do e-mail: [email protected]

O objetivo do curso é qualificar os participantes para planejar, abrir e gerenciar microempresas individuais. O curso conta com as seguintes disciplinas: Empreendedorismo, Matemática Financeira para Negócios, Marketing, Mídias Sociais para microempreendedores, Técnicas de negociação, Formalização de microempresas e Elaboração de Plano de Negócios. Estão sendo ofertadas turmas no período da noite nas seguintes escolas: Escola M. Valdomiro Vieira de Albuquerque (Vila dos Palmares), Escola M. Antônio Vieira de Melo (Zumbi do Pacheco), Escola M. Luiz Lua Gonzaga (Cajueiro Seco), Escola M. Poeta Castro Alves (Jardim Prazeres), Escola M. Oscar Moura (Piedade) e Escola M. Marízia dos Santos Melo (Barra de Jangada). Outras turmas irão acontecer no período da manhã ou da tarde, e serão realizadas na sede do IFPE Campus Jaboatão dos Guararapes. As aulas estão previstas para iniciar no dia 22 de fevereiro de 2022.

A Bolsa Formação é o valor que o aluno receberá para os dias que for confirmada a sua presença, que será de 15 reais por dia de aula (R,75 por hora/aula). Esses valores serão pagos aos alunos no mês subsequente à confirmação de sua presença. O curso tem carga horária de 160 horas presenciais, com aulas três vezes por semana, com 4 horas de duração cada. A previsão para conclusão do curso é de, no máximo, 2 meses e meio.
O curso faz parte do programa Qualifica Mais Progredir, realizado em parceria entre o Ministério da Educação e o Ministério da Cidadania e atende aos objetivos do Plano Progredir, que busca a inclusão produtiva e a ampliação de renda do público que recebe o Auxílio Brasil (antigo Bolsa Família). Para maiores informações e esclarecimento de dúvidas, envie um e-mail para: [email protected]
Por:Diario de Pernambuco

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Educação

Covid-19: Aulas retornam sem regras de passaporte da vacinação

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Apesar da aproximação do começo do ano letivo para as escolas de ensino médio e fundamental, não há um consenso entre o governo federal e as secretarias estaduais e municipais de saúde sobre a cobrança do passaporte vacinal. Se, de um lado, o Ministério da Educação (MEC) dá instruções genéricas de procedimento tanto dos responsáveis pelas instituições de ensino quanto para os pais e alunos, de outro os governos locais tentam estabelecer um protocolo mínimo para que o período letivo não se torne o ambiente propício para que o avanço da variante ômicron avance ainda mais.
Ontem, o MEC divulgou um vídeo no qual o secretário executivo da pasta, Victor Godoy, incentiva o retorno às aulas presenciais. Ele argumentou que o ministério preparou, desde o ano passado, um protocolo de biossegurança para o retorno às atividades nas instituições federais. No entanto, no documento do governo federal não há regras para a exigência do comprovante de imunização dos alunos.
“O MEC entende que as atividades educacionais presenciais são fundamentais e que se deve evitar, ao máximo, medidas como fechamento das escolas, universidades e institutos. O MEC solicita que os gestores avaliem com muita cautela tais medidas restritivas que afetarão, sobretudo, os estudantes mais vulneráveis que já foram muito afetados durante o período de lockdown imposto em 2020 e 2021”, disse o secretário.
Sem exigência
Entre os estados e municípios, não há uma regra sobre o passaporte. Segundo a Frente Nacional dos Prefeitos (FNP), a entidade não estabeleceu uma orientação e deixou para os municípios decidirem sobre a cobrança do documento no retorno do ano letivo.
Mas pelo menos seis unidades da Federação descartaram a exigência do passaporte vacinal: Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul, São Paulo e Distrito Federal. O argumento comum de todos é que não podem obrigar os estudantes a se vacinar, pois a imunização contra a Covid-19 é “opcional”. Defendem, ainda, que não é da competência dos governos arbitrar sobre o assunto e que são contrários a qualquer barreira de acesso à educação.
Já a Bahia e a Paraíba decidiram que vão exigir o comprovante de vacinação contra o coronavírus para alunos com mais de 12 anos. Também estabeleceram que os estudantes que não se imunizaram devem assistir as aulas remotamente.
Nas instituições privadas, a recomendação da Federação Nacional das Escolas Particulares (Fenep) é de não exigir o documento de comprovação de aplicação das doses. A entidade afirmou que defende a vacinação de crianças e adolescentes, e aconselha os sindicatos associados a incentivarem pais e responsáveis a imunizarem — só que considera que não é papel das instituições de ensino cobrar o passaporte e ficará a critério de cada uma.
A decisão da Fenep veio depois que pais e responsáveis dos estudantes da Escola Americana do Rio de Janeiro divulgaram um abaixo-assinado contra a obrigatoriedade da imunização. “A vacinação das crianças deve ser uma atribuição dos pais, não cabendo ao diretor da escola ou à sua diretoria o direito moral ou a competência médica para compelir os pais a vacinarem suas crianças, sob pena de privá-las de frequentar presencialmente a escola”, diz um trecho do documento dos pais e responsáveis.Apesar da aproximação do começo do ano letivo para as escolas de ensino médio e fundamental, não há um consenso entre o governo federal e as secretarias estaduais e municipais de saúde sobre a cobrança do passaporte vacinal. Se, de um lado, o Ministério da Educação (MEC) dá instruções genéricas de procedimento tanto dos responsáveis pelas instituições de ensino quanto para os pais e alunos, de outro os governos locais tentam estabelecer um protocolo mínimo para que o período letivo não se torne o ambiente propício para que o avanço da variante ômicron avance ainda mais.
Ontem, o MEC divulgou um vídeo no qual o secretário executivo da pasta, Victor Godoy, incentiva o retorno às aulas presenciais. Ele argumentou que o ministério preparou, desde o ano passado, um protocolo de biossegurança para o retorno às atividades nas instituições federais. No entanto, no documento do governo federal não há regras para a exigência do comprovante de imunização dos alunos.
“O MEC entende que as atividades educacionais presenciais são fundamentais e que se deve evitar, ao máximo, medidas como fechamento das escolas, universidades e institutos. O MEC solicita que os gestores avaliem com muita cautela tais medidas restritivas que afetarão, sobretudo, os estudantes mais vulneráveis que já foram muito afetados durante o período de lockdown imposto em 2020 e 2021”, disse o secretário.
Sem exigência
Entre os estados e municípios, não há uma regra sobre o passaporte. Segundo a Frente Nacional dos Prefeitos (FNP), a entidade não estabeleceu uma orientação e deixou para os municípios decidirem sobre a cobrança do documento no retorno do ano letivo.
Mas pelo menos seis unidades da Federação descartaram a exigência do passaporte vacinal: Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul, São Paulo e Distrito Federal. O argumento comum de todos é que não podem obrigar os estudantes a se vacinar, pois a imunização contra a Covid-19 é “opcional”. Defendem, ainda, que não é da competência dos governos arbitrar sobre o assunto e que são contrários a qualquer barreira de acesso à educação.
Já a Bahia e a Paraíba decidiram que vão exigir o comprovante de vacinação contra o coronavírus para alunos com mais de 12 anos. Também estabeleceram que os estudantes que não se imunizaram devem assistir as aulas remotamente.
Nas instituições privadas, a recomendação da Federação Nacional das Escolas Particulares (Fenep) é de não exigir o documento de comprovação de aplicação das doses. A entidade afirmou que defende a vacinação de crianças e adolescentes, e aconselha os sindicatos associados a incentivarem pais e responsáveis a imunizarem — só que considera que não é papel das instituições de ensino cobrar o passaporte e ficará a critério de cada uma.
A decisão da Fenep veio depois que pais e responsáveis dos estudantes da Escola Americana do Rio de Janeiro divulgaram um abaixo-assinado contra a obrigatoriedade da imunização. “A vacinação das crianças deve ser uma atribuição dos pais, não cabendo ao diretor da escola ou à sua diretoria o direito moral ou a competência médica para compelir os pais a vacinarem suas crianças, sob pena de privá-las de frequentar presencialmente a escola”, diz um trecho do documento dos pais e responsáveis.
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Educação

Salgueiro: IFSertão Adia retorno das aulas presenciais

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A gestão do campus Salgueiro informa que as aulas presenciais, previstas para iniciar em 1º de fevereiro, devido ao aparecimento de nova variante da Covid-19 e a avaliação do comportamento da nova cepa – Ômicron, pelas autoridades sanitárias, achou prudente adiar, por 14 dias, o retorno presencial. Nesse sentido, embora o nosso semestre letivo retorne em 1º de fevereiro, será feito de forma remota, inciando as atividades presencias apenas em 14 de fevereiro.

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