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Saúde

Cientistas criam microssensores para captar dados do corpo humano

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 Microssensor sem fio deve tornar possível monitorar atividade neural em tempo real quando implantado dentro do corpo   (Foto: UC Berkeley/Handout via Reuters)

Microssensor sem fio deve tornar possível monitorar atividade neural em tempo real quando implantado dentro do corpo (Foto: UC Berkeley/Handout via Reuters)

Cientistas estão desenvolvendo sensores sem fio do tamanho de um grão de poeira para serem implantados dentro do corpo e seguir a atividade neural em tempo real, oferecendo uma potencial nova forma de monitorar ou tratar uma série de condições, incluindo epilepsia e controle de próteses da próxima geração.

Os minúsculos dispositivos foram testados com sucesso em ratos, e poderiam ser testados em pessoas dentro de dois anos, disseram os pesquisadores.

“Você quase pode pensar nisso como uma espécie de Fitbit de tecido profundo, onde você recolhe uma grande quantidade de dados que hoje nós pensamos ser de difícil acesso”, disse Michel Maharbiz, professor associado de engenharia elétrica e ciência da computação da Universidade de Califórnia, Berkeley.

A Fitbit Inc vende dispositivos vestíveis que medem dados, incluindo a frequência cardíaca, qualidade do sono, número de passos e degraus percorridos, e muito mais.

As atuais tecnologias médicas empregam uma variedade de eletrodos ligados por fios em diferentes partes do corpo para monitorizar e tratar condições que variam desde arritmia cardíaca a epilepsia. A ideia aqui, de acordo com Maharbiz, é tornar essas tecnologias em métodos sem fio.

Os novos sensores não têm necessidade de fios ou baterias. Eles usam ondas de ultrassom tanto para energia como para captar dados a partir do sistema nervoso.

Os pesquisadores disseram que esses sensores sem fio potencialmente poderiam dar a pessoas amputadas ou tetraplégicas um meio mais eficiente de controlar dispositivos protéticos futuros.

(Da Reuters)

Saúde

Leucemia: são esperados 11 mil novos casos no Brasil em 2024, aponta Inca

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Em 2024, o Instituto Nacional do Câncer (Inca) prevê 11.540 novos casos de leucemia no Brasil — 170 deles em Brasília. No país, ocorreram 6.738 mortes pela doença em 2020, o que equivale a cerca de 3 mortes a cada cem mil brasileiros.

Neste mês, é realizada a campanha Fevereiro Laranja, com objetivo de informar e conscientizar a população sobre a leucemia. O tumor afeta os glóbulos brancos do sangue, responsáveis por defender o corpo contra organismos infecciosos e substâncias estranhas.

Existem 12 tipos de leucemias, sendo os mais comuns a leucemia linfoide aguda, recorrente em crianças, e a leucemia mielóide aguda, que atinge normalmente adultos. As duas apresentam rápido desenvolvimento e possuem maiores chances de cura se identificadas de maneira precoce.

De acordo com a hematologista da Oncoclínicas Brasília, Flavia Piazera, tiveram avanços na identificação e no tratamento da doença no país. “O aumento do conhecimento na área da oncogenética, os estudos dos mecanismos de resistências das células tumorais e o desenvolvimento de terapias alvo associados a novas tecnologias de terapia celulares, como por exemplo, o CART-cell nos permite escolhas terapêuticas cada vez mais personalizadas para os pacientes com leucemias”, afirma.

O tratamento depende da idade do paciente e de fatores de risco. Além da quimioterapia, novos medicamentos foram aprovados pela agência reguladora dos Estados Unidos e pela Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa) o que, segundo Piazera, têm revolucionado o tratamento da leucemia. “Porém, ainda há muito trabalho pela frente diante das realidades regionais e níveis de assistências públicos e privados”, finaliza a especialista.

Fonte: Correio Braziliense.

 

 

           

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Saúde

OMS acerta sobre um possível surto mundial de sarampo

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A Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou hoje que mais da metade dos países do mundo poderão ser classificados como de risco elevado de surto de sarampo até o final de 2024, devido ao aumento generalizado de casos.

De acordo com a OMS, o número de casos de sarampo notificados em todo o mundo cresceu 79% em 2023, com mais de 306 mil casos, em relação a 2022.

O reaparecimento do sarampo, uma doença contagiosa de origem viral e que pode ser fatal, é atribuído à baixa cobertura vacinal durante a pandemia da covid-19. O número de países com surtos de alto risco, com uma incidência superior a 20 casos por cada milhão de habitantes, aumentou de 32 em 2022 para 51 em 2023, segundo a agência da ONU.

Entretanto, uma vez que em muitas situações as infecções e mortes não são notificadas ou não são associadas ao sarampo, a OMS estima que, na realidade, houve 9,2 milhões de contágios e mais de 136 mil mortes em 2022, o que representa neste último caso um aumento de 43% de óbitos, referente a 2021.

A cobertura vacinal no mundo esta situada atualmente na faixa de 83% e não retornou aos 86% do ano de 2019, quando foi detectada na China a covid-19. Foto: Arquivo/Agência Brasil

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Saúde

Dica de saúde: 5 hábitos que escurecem sua região íntima

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A região íntima da mulher pode escurecer devido a diversos fatores, como por exemplo, os hábitos diários. Aqui estão cinco deles:

1. Uso de roupas apertadas: roupas muito justas podem causar atrito constante na região íntima, levando ao escurecimento ao longo do tempo.

2. Depilação frequente: a depilação com cera ou lâmina com muita frequência pode irritar a pele sensível da região, levando ao escurecimento.

3. Higiene inadequada: limpeza excessiva ou uso de produtos agressivos na região íntima podem desequilibrar o pH da pele e levar ao escurecimento.

4. Exposição ao sol sem proteção: a exposição prolongada ao sol sem proteção adequada pode levar ao escurecimento da pele, incluindo a região íntima.

5. Tabagismo: o tabagismo pode causar o escurecimento da pele devido aos seus efeitos sobre a circulação sanguínea e os níveis de oxigênio na pele.

É importante adotar hábitos saudáveis para manter a pele da região íntima sadia e com aparência uniforme.

Por Dra. Noyla Denise – Ginecologista e Obstetra

Fone: (87) 3871-4144

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