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Forte terremoto atinge Fukushima, no Japão, e deixa dezenas de feridos

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O epicentro foi no mar, na região de Fukushima, a uma profundidade de 60 km, de acordo com a Agência Meteorológica do Japão

Um forte terremoto que atingiu a costa leste do Japão neste sábado (13) deixou dezenas de feridos e gerou uma falta de energia generalizada. O tremor de magnitude 7,3, porém, não causou grandes danos nem motivou alertas de tsnunami.

O epicentro foi no mar, na região de Fukushima, a uma profundidade de 60 km, de acordo com a Agência Meteorológica do Japão. Em terra, os prédios tremeram durante algum tempo depois que ocorreu o terremoto, às 23h08 no horário local (11h08 em Brasília). Os efeitos foram sentidos também em Tóquio, a mais de 200 quilômetros de distância.

Posteriormente houve uma réplica de magnitude 4,7, informou a agência.

Ao menos 20 ficaram feridos, segundo relatos da agência de notícias Kyodo. Cerca de 950 mil casas ficaram sem energia, afirmou o porta-voz do governo japonês, Katsunobu Kato. Os blecautes pareciam estar concentrados no nordeste do Japão, incluindo Fukushima e cidades da região.

O primeiro-ministro Yoshihide Suga voltou ao seu escritório para acompanhar de perto as operações de controle, e o governo organizou uma coordenação conjunta com a região afetada.

Não houve irregularidades nas usinas nucleares Daiichi e Daini, em Fukushima, nem na planta Kahiwazaki-Kariwa, afirmou a Empresa de Energia Elétrica de Tóquio, responsável pelos locais.

Kato disse que também não houve danos na usina de Onagawa.

O terremoto deste sábado atingiu o Japão apenas semanas antes do décimo aniversário do tremor que devastou a região nordeste do país e desencadeou um enorme tsunami que levou à pior crise nuclear do mundo em 25 anos, centrada na planta de Daiichi. Mais de 18 mil pessoas morreram em consequência da tragédia.

O Japão está no Cinturão de Fogo do Pacífico, uma das regiões com maior atividade sísmica do planeta. O país concentra 20% dos terremotos com magnitude maior que 6. Por Folhapress

 

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Brexit enlutece ‘geração Erasmus’ e frustra os sub-20 europeus

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O brexit provoca fraturas menos expostas, diz uma geração de europeus que tem hoje de 25 a 50 anos e se autointitula “geração Erasmus”

Filas de caminhões, uísque escocês mais caro e queijo francês mais raro são alguns efeitos visíveis da saída do Reino Unido da União Europeia, mas o brexit provoca fraturas menos expostas, diz uma geração de europeus que tem hoje de 25 a 50 anos e se autointitula “geração Erasmus”.

Suas carreiras, famílias, habilidades e afinidades se devem à possibilidade que tiveram de viver e conviver livremente através do canal da Mancha. Para muitos, o trânsito foi incentivado pelo programa Erasmus (que deu o apelido ao grupo), intercâmbio estudantil, acadêmico, cultural e profissional que beneficiou milhões de pessoas nos últimos 30 anos.

Só em 2019 (dados mais recentes), foram 938.568 alunos, professores e aprendizes transitando entre 82.231 instituições, nos 28 países da União Europeia pré-divórcio e outros parceiros. “Da Bélgica, da Suécia, da Finlândia, da Holanda, da França, da Polônia, da Espanha e de Portugal”, relata Maya Szaniecki, 20, sobre seus colegas no curso de francês da Universidade de Oxford.

Britânica e filha de brasileiros, desde os 16 Maya espera pela chance de viver um ano na França. A realização virá em 2022, mas dará mais trabalho –visto será obrigatório– e ficará mais cara, o que pode ser impeditivo para os que contavam com o financiamento do Erasmus. A estudante lamenta as fronteiras impostas à sua geração, “uma perda triste para as pessoas e uma perda enorme para o país”.

É uma perda também para a geração sub-20, afirmam a economista Sonia Delindro, o professor Paul James Cardwell, a publicitária Cristina Sarraile, a eurodeputada Terry Reintke e a jornalista Luísa, que estudaram e trabalharam fora e se definem mais como europeus que pela própria nacionalidade.

“Não estaria no Parlamento hoje sem o Erasmus”, diz a alemã Terry, 33, que estudou em Edimburgo e lidera um grupo de parlamentares na tentativa de readmitir a Escócia e o País de Gales no intercâmbio.

O governo britânico anunciou um financiamento estudantil alternativo, mas, segundo Terry, o Erasmus tem especificidades cruciais para seu sucesso: “É um programa muito inclusivo, no qual não é necessário ter as melhores notas, administrativamente muito leve, com estrutura de apoio que faz a diferença”.

As dificuldades de intercâmbio também cresceram porque, após o brexit, a mensalidade das faculdades britânicas passa a ser pelo menos o dobro para os estudantes europeus. “Já foi difícil para meus pais bancarem meus estudos. Agora, seria impossível”, diz a portuguesa Luísa, 27.

Foi em Londres, aonde chegou aos 18 anos, que Luísa conheceu seu atual companheiro, um aluno francês então em intercâmbio.

Multinacionalidades é marca também na vida da franco-romena Cristina, 40, e da portuguesa Sonia, 43. Ambas estudaram na Inglaterra, onde conheceram europeus de outros países (um francês e um italiano, respectivamente), casaram-se e tiveram filhos britânicos. Voltaram ao continente após o brexit, lamentando o estreitamento de perspectivas.

Foi um choque o que sentiu Sonia na manhã seguinte à do referendo que aprovou o brexit, em 2016. “Minha vida profissional é aqui, pago impostos, comprei uma casa, e agora querem que eu parta”, conta ela. A saída do Reino Unido da União Europeia multiplicou ainda por oito o imposto de seu imóvel, que ela agora terá que vender.

Sentindo-se também traída, Cristina começou a procurar oportunidades fora do Reino Unido. Partiu para Paris em 2019.

“Foi como se arrancassem uma árvore; senti-me desenraizada”, diz ela, que deixou para trás uma vida comunitária ativa. “Tive colegas gregos, alemães, espanhóis, uma riqueza de culturas. Isso vai esmorecer.”

O impacto ficará por um tempo obscurecido pela pandemia, diz Paul James Cardwell, professor de direito da Universidade de Strathclyde (Escócia) e ex-coordenador do Erasmus na universidade. Quando as restrições forem relaxadas, problemas práticos ficarão evidentes também para os pesquisadores, embora os mais prejudicados sejam os alunos, diz.

Cardwell, inglês que passou um ano na França quando estudava, afirma que “os sub-20 não viverão essa experiência que permite olhar o futuro com outros olhos, com horizontes mais amplos.”

Pesquisa realizada por ele e publicada em 2019 indicou até mesmo um efeito colateral benéfico do intercâmbio nas notas.

“A confiança e a maturidade adicionais contribuem para o melhor desempenho”, analisa.

Por Folhapress

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Após crítica de Bolsonaro, OMS insiste sobre uso de máscara e isolamento

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A Organização Mundial da Saúde (OMS) voltou a defender o uso de máscaras e a adoção de medidas de isolamento social, como forma de frear a pandemia da covid-19. Nesta sexta-feira, a entidade deixou claro que tais medidas funcionam.

Na quinta-feira, enquanto o Brasil registrava um recorde de mortes, com 1.582 casos, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) optou por questionar o uso de máscaras e o isolamento social.

Questionado pela coluna sobre qual seria a posição da OMS sobre o uso de tais medidas, o porta-voz da entidade, Tarik Jašarević, confirmou que máscaras e isolamento “ajudam”.

“Temos dito de forma consistente que, por si só, usar máscaras não é suficiente. Precisa ser parte de uma série de medidas tomadas”, afirmou. “Distanciamento ajuda, reduz os riscos de ser infectado. Máscaras ajudam, especialmente quando o distanciamento não é possível”, declarou.

“Cada um de nós pode reduzir os riscos de exposição. Isso não quer dizer que autoridades não devem colocam em práticas suas ações, o que inclui monitorar a transmissão do vírus e quebrar cadeias de transmissão, por meio de rastreabilidade, isolar e testar pessoas”, completou.

Para o escritório da OMS para a Europa, foram as medidas de isolamento e o uso de máscaras que permitiram que o número de novos casos no continente fosse reduzido pela metade entre dezembro e fevereiro.

Citando um suposto estudo feito na Alemanha, Bolsonaro afirmou que as máscaras são “prejudiciais” às crianças, causando irritabilidade, dor de cabeça e dificuldade de concentração.

“Começam a aparecer os efeitos colaterais das máscaras”, disse, depois de listar uma série de problemas supostamente causados pelas máscaras. “Eu tenho minha opinião sobre as máscaras, cada um tem a sua, mas a gente aguarda um estudo sobre isso feito por pessoas competentes”, afirmou.

O presidente também criticou o isolamento social. “Quem quer auxílio emergencial e a cidade está fechada… Vão cobrar do prefeito, vão cobrar do governador, já que ele quer que você fique em casa eternamente e quer mandar a conta para nós [governo federal] pagarmos. Eu teria o maior prazer de pagar eternamente um salário para todo mundo viver numa boa, sem trabalhar, mas isso não existe”, declarou. Fonte: UOL

 

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Comitê da FDA recomenda aprovação da vacina da Johnson & Johnson

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O imunizante funcionou de maneira segura, de acordo com os especialistas, e teve aprovação pelo comitê.

A vacina contra a covid-19 da Johnson & Johnson’s, que necessita de apenas uma dose, foi recomendada por um comitê consultivo da agência reguladora dos Estados Unidos (FDA, na sigla em inglês) nesta sexta-feira, 26. O imunizante funcionou de maneira segura, de acordo com os especialistas, e teve aprovação pelo comitê, no último passo antes que a FDA autorize o uso, o que deve acontecer neste sábado.

O painel, composto por 22 especialistas de diversas áreas relacionadas ao tema, também votou favoravelmente à utilização das vacinas da Pfizer em parceria com a BioNTech e da Moderna, atualmente aplicadas nos EUA. O imunizante da Johnson & Johnson’s mostrou 66% de eficácia na proteção contra condições moderadas a severas por conta da covid-19. A empresa afirmou estar pronta entregar 20 milhões de doses aos EUA antes do fim de março.

Por Estadão Conteúdo

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