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Política

Planalto esperava ação contra Witzel

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Integrantes do Palácio do Planalto esperavam, nos últimos dias, uma ação que mirasse o governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, por suspeita de desvios na área da saúde. Na manhã de hoje, a Polícia Federal (PF) iniciou a Operação Placebo contra o governador do RJ em investigação sobre hospitais de campanha.

O blog da Andréia Sadi recebeu relatos, nos últimos dias, da expectativa do governo de uma ação policial para aprofundar desvios na Saúde no Rio de Janeiro. Governistas lembram que “o que mais incomodava” o presidente Jair Bolsonaro na gestão Sergio Moro, ex-ministro da Justiça, era a “falta de foco” nos supostos desvios no Rio.

Por Witzel ser adversário político do presidente, parlamentares de diferentes partidos ouvidos pelo blog se surpreenderam com a operação de hoje, exatamente semanas após Bolsonaro conseguir trocar a direção da PF – e em meio ao inquérito que apura suposta interferência política dele no órgão.

Diante dessas avaliações de políticos, aliados de Bolsonaro reconhecem ao blog que o governo pode ser acusado de montar uma polícia particular de Estado, e que Bolsonaro é “atacado por todos”, mas que, se há desvios do governo fluminense, é preciso investigar.

Desde a eclosão do caso do porteiro, no âmbito das investigações do assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes, Bolsonaro cobrava uma atuação mais contundente de Moro e da PF para investigar eventuais desvios de Witzel – mas o presidente julgava que não era atendido.

Uma das suspeitas de investigadores nos bastidores é de que o presidente queria o controle da Polícia Federal – reclamando de falta de informações – porque queria ter poder para investigar adversários, o que o Planalto nega.

O que governistas argumentam é que Bolsonaro, quando fala em “rede de informações”, refere-se a porteiros, motoristas, além de policiais, e essas pessoas o informam de “desvios pelo país”.

No caso específico dos desvios da saúde, o blog apurou junto a interlocutores de Moro que as investigações começaram ainda na sua gestão. Inclusive, segundo investigadores, a prisão de Mario Peixoto, empresário suspeito do esquema de corrupção na Saúde do Rio, era para ter ocorrido em março, mas, com a pandemia causa pelo coronavírus, a PF adiou a operação. Moro ainda estava no governo, portanto, as investigações começaram ainda com o ex-juiz à frente do Ministério da Justiça.

Aliados de Moro lembram também que o grupo especial de investigação foi criado ainda na sua gestão.

Portaria da Polícia Federal, com a data do dia 15/4, mostra que foi criado o “Grupo Especial de Combate à Corrupção e ao Desvio de Recursos Públicos – GECOR/COVID-19 para atuar durante o período de vigência do estado de emergência em saúde pública decorrente da situação de pandemia decretada pelo Governo Federal por conta da propagação da COVID-19”.

Moro deixou o governo dia 24 de abril.

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Política

Governo Doria pagou R$ 1,2 milhão pela motociata de Bolsonaro em São Paulo

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A Secretaria de Segurança Pública do estado de São Paulo informou que a “motociata” do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) custou R$ 1,2 milhão aos cofres públicos para reforço do policiamento.

O valor foi divulgado pelo jornal O Globo e confirmado pelo Metrópoles.

Também atuaram no ato batalhões como Baep, Choque e Canil, além de equipes do Corpo de Bombeiros e do Regaste.

Foram 129 quilômetros de trajeto durante a “motociata”. No fim do evento, Bolsonaro discursou aos apoiadores.

Voltou a defender o uso da cloroquina para tratar a Covid-19 e o não uso de máscara. Fonte: Metrópoles

 

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Política

Bolsonaro é multado por andar sem máscara em motociata em São Paulo

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O governo João Doria (PSDB) multou o presidente Jair Bolsonaro, um de seus filhos, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), e o ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, por não usarem máscara durante ato com motoqueiros em São Paulo. O valor da autuação é de R$ 552,71, para cada.

“O documento endereçado às três autoridades pontua a necessidade da manutenção das medidas preventivas já conhecidas e preconizadas pelas autoridades sanitárias internacionais, como uso de máscara e distanciamento”, diz a nota do governo de São Paulo.

A autuação destaca a importância do uso de máscaras para frear a disseminação da covid-19. “O uso (…) é amplamente preconizado pela comunidade científica mundial internacional e o governo do Estado de São Paulo tornou obrigatória a sua utilização em seu território”, diz a justificativa da multa. “O Estado de São Paulo conta atualmente com mais de 3,4 milhões de casos e mais de 117 mil óbitos, com uma taxa de ocupação de leitos de UTI de 84,1%”.

Adversário de Bolsonaro, Doria já havia dito na quarta-feira, no Palácio dos Bandeirantes, que, caso o presidente não usasse a proteção durante a motociata, seria multado por desrespeito às normas sanitárias. “Ele será multado como qualquer outro cidadão que não usar máscara”, disse. Nesta sexta-feira, 11, Bolsonaro respondeu questionando se Doria era o “doninho” de São Paulo.

No dia 21 de maio, o presidente foi multado pelo governo do Maranhão por descumprir as medidas sanitárias para enfrentamento da pandemia em vigor no Estado, comandado por Flávio Dino (PCdoB), uma das principais lideranças de oposição ao bolsonarismo.

O auto de infração citou como irregularidades a falta do uso de máscara de proteção facial e a promoção de evento com aglomeração em Açailândia, município localizado a 526 quilômetros da capital São Luís, onde o presidente esteve para entrega simbólica de títulos de terra.

Milhares de motociclistas fazem manifestação em apoio ao presidente na manhã deste sábado. A concentração de apoiadores começou na zona norte da Capital e seguiu pela Marginal do Tietê. O destino é o Parque do Ibirapuera.

Durante o passeio de moto, Bolsonaro utiliza um capacete do tipo coquinho, que não protege o maxilar nem possui viseira. O uso desse equipamento é proibido pela Resolução 453/2013 do Conselho Nacional de Trânsito. É considerado uma infração grave, sujeita a multa. Ao sair para a motociata, Bolsonaro agradeceu o convite dos manifestantes e disse “acelera para Cristo”.

 

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Política

Lula sobe e Bolsonaro perde ponto na corrida eleitoral de 2022

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A pesquisa XP/Ipespe de junho mostra o ex-presidente Lula quatro pontos à frente de Jair Bolsonaro na disputa pela Presidência. O petista saltou três pontos desde o último levantamento, indo a 32%, enquanto Bolsonaro perdeu um ponto, chegando a 28%.

Ciro Gomes foi quem mais perdeu, passando de 9% para 6%. Sergio Moro oscilou um ponto para menos, de 8% para 7%, assim como Luciano Huck, que passou de 5% para 4%.

Em simulações de segundo turno, Lula abriu nove pontos de vantagem sobre Bolsonaro — a diferença era de dois na última pesquisa. Ele cresceu de 42% para 45% enquanto o presidente caiu de 40% para 36%.

Nas simulações, o presidente agora aparece numericamente atrás também de Ciro Gomes, que tem 41% contra 37%.

Na pesquisa espontânea, em que não são apresentados os nomes dos candidatos, Lula e Bolsonaro aparecem empatados, com 24%. Há 8% de votos brancos e nulos e 36% que não responderam. Outros candidatos juntos totalizam 8%. (Por Notícias ao Minuto)

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