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Política

PT tenta levantar e sair da lona

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De olho na eleição municipal, o PT inaugura dia 3 de agosto caravana em São Paulo. O cronograma prevê a realização de plenárias de discussões em vários pontos da cidade. O primeiro encontro será no centro.

Além dos pré-candidatos –até o momento Paulo Teixeira, Jilmar Tatto e Carlos Zarattini–, o ex-prefeito Fernando Haddad foi convidado.

Já Fernanda Richa, mulher do ex-governador do Paraná Beto Richa (PSDB), se adiantou e pediu sua desfiliação do PSDB. A Justiça Eleitoral registrou seu desligamento em abril. O pedido foi feito dias após ela se tornar ré, ao lado do marido, sob acusação de obstrução de investigação. (Da Folha)

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Política

Bolsonaro diz na ONU que Brasil é ‘vítima’ de ‘brutal campanha de desinformação’ sobre Amazônia e Pantanal

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Presidente afirmou também que floresta amazônica não pega fogo no interior, só nas bordas, porque é úmida. Segundo ele, quem coloca fogo nos arredores são o ‘índio’ e o ‘caboclo’.

O presidente Jair Bolsonaro disse nesta terça-feira (22), em discurso na Assembleia das Nações Unidas (ONU), que o Brasil é “vítima” de uma campanha “brutal” de desinformação sobre a Amazônia e o Pantanal.

O discurso foi apresentado por meio de um vídeo gravado. Por causa da pandemia de Covid-19, a reunião da ONU neste ano, baseada na sede da entidade em Nova York, foi virtual.

O presidente também disse que:

A floresta amazônica é úmida e só pega fogo nas bordas; Os responsáveis pelas queimadas são o ‘índio’ e o ‘caboclo’; O óleo derramado no litoral brasileiro em 2019 é venezuelano, foi vendido sem controle e chegou à costa após derramamento ‘criminoso’; Orientações para as pessoas ficarem em casa na pandemia ‘quase’ levaram o país ao ‘caos social’; O Brasil é um país cristão e conservador e a ‘cristofobia’ deve ser combatida.

Bolsonaro disse que o Brasil tem a “melhor legislação” sobre o meio ambiente em todo o mundo e que o país respeita as regras de preservação da natureza.

Para ele, a riqueza da Amazônia motiva as críticas que o país sofre na área ambiental. O presidente afirmou que entidades brasileiras e “impatrióticas” se unem a instituições internacionais para prejudicar o país. Leia a íntegra da matéria no G1.

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Política

Brasil pode retaliar países que boicotem produtos brasileiros

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Na segunda-feira, o ministro do GSI já tinha acusado governos de outros países e personalidades estrangeiras de mentirem sobre a devastação da Amazônia com a intenção de derrubar Jair Bolsonaro.

Oministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Augusto Heleno, afirmou hoje que o Brasil pode retaliar países que adotem políticas de boicote a produtos locais por questões ambientais. “[Retaliar] é uma medida que, obviamente, pode estar na mira do Governo brasileiro, só que é aquele negócio: ‘Você já comprou uma coisa finlandesa, norueguesa, sueca?’. Eu não me lembro de ter na minha casa esses produtos”, disse o general, em entrevista à rádio Bandeirantes.

Um jornalista da rádio interrompeu o ministro para afirmar que produtos de origem alemã são facilmente encontrados no Brasil.

“Da Alemanha tem muita coisa. Esse é um (país) que valia até a pena, mas eu não quero citar países, eu tenho muito medo de criar um problema diplomático e ser injusto até”, indicou o governante, um dos ‘braços direitos’ do Presidente Jair Bolsonaro.

A Alemanha, em conjunto com França, Dinamarca, Itália, Bélgica, Holanda, Noruega e Reino Unido, enviou uma carta ao vice-presidente, Hamilton Mourão, na semana passada, alertando sobre os possíveis impactos da degradação florestal em questões comerciais.

O documento enviado pelas embaixadas desses países frisa que enquanto “os esforços europeus procuram cadeias de abastecimento não vinculadas ao desmatamento, a tendência atual no Brasil torna cada vez mais difícil, para empresas e investidores, atender os seus critérios ambientais, sociais e de governança”.

As declarações de Heleno foram dadas hoje, pouco tempo antes do discurso de abertura de Bolsonaro na 75.ª sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU), onde afirmou que o seu Governo é vítima de uma “campanha brutal de desinformação sobre a Amazônia”.

Na segunda-feira, o ministro do GSI já tinha acusado governos de outros países e personalidades estrangeiras de mentirem sobre a devastação da Amazônia com a intenção de derrubar Jair Bolsonaro.

“Não podemos admitir e incentivar que nações, entidades e personalidades estrangeiras, sem um passado que lhes dê autoridade moral para nos criticar, tenham sucesso no seu objetivo principal, obviamente escondido, mas evidente para os não inocentes, que é prejudicar o Brasil e derrubar o Governo de Bolsonaro”, disse Heleno, general na reserva do Exército.

A afirmação foi feita numa audiência pública virtual inédita, convocada pelo Supremo Tribunal Federal para discutir a política ambiental do atual executivo, especialmente a falta de ações para mitigar a crise climática, e na qual várias autoridades se pronunciaram.

O ministro do GSI aproveitou a sua intervenção para se referir à pressão que o Brasil tem sofrido nas últimas semanas devido aos incêndios na Amazônia, a maior floresta tropical do planeta, por governos, organizações não-governamentais (ONG), bancos internacionais e até pelas próprias empresas brasileiras.

Ainda na segunda-feira, várias ONG lançaram uma campanha para boicotar a carne que a União Europeia importa do Brasil, considerando que os produtores promovem o desmatamento da Amazônia para aumentar as suas áreas de pastagem.

Já na Presidente francês, Emmanuel Macron, reiterou na sexta-feira o seu repúdio à ratificação do acordo de livre comércio entre a União Europeia e o Mercosul (bloco econômico composto pelo Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai), por questões ambientais, entre as quais citou uma política ambiental omissa face à destruição da Amazônia.

Por Notícias ao Minuto

 

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Política

Ministro Marco Aurélio do STF, rejeita ‘herdar’ inquérito de Bolsonaro

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Marco Aurélio Mello não pretende “herdar” o inquérito sobre a suposta interferência na PF.

Responsável pela decisão que paralisou a investigação sobre suposta interferência do presidente Jair Bolsonaro na Polícia Federal, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello não pretende “herdar” o inquérito sobre o caso.

Vice-decano da Corte, Marco Aurélio suspendeu na quinta-feira passada o processo – aberto com base nas acusações feitas pelo ex-ministro Sérgio Moro – por causa da licença médica do ministro Celso de Mello, que se recupera de uma cirurgia. A decisão vale até o plenário do STF analisar como deve ser o depoimento de Bolsonaro, se presencial ou por escrito.

A proximidade da aposentadoria compulsória de Celso de Mello, em novembro, reacendeu na Corte a discussão sobre quem deve assumir a relatoria do caso. Até agora, integrantes do STF se dividem sobre o tema. “Ante a urgência de todo e qualquer inquérito, há de ser distribuído (a outro ministro). Não aceito simplesmente herdar”, disse Marco Aurélio ao Estadão, ao defender um sorteio eletrônico para definir o novo relator, após a saída de Celso.

“Sou substituto do ministro Celso de Mello, não pelo patronímico Mello, mas por antiguidade. E não aceito designação a dedo. Mas, como os tempos são estranhos, tudo é possível.”

O regimento interno do STF Prevê que o relator seja substituído pelo ministro imediato em antiguidade em caso de licença “quando se tratar de deliberação sobre medida urgente”.

Coube a Marco Aurélio decidir sobre o recurso de Bolsonaro para suspender o depoimento presencial. A licença médica de Celso vai até o dia 26. Por ser o segundo magistrado com mais tempo de atuação na Corte, Marco Aurélio analisou a solicitação feita pela Advocacia-Geral da União (AGU) em defesa do chefe do Executivo por causa da urgência do pedido.

No tribunal, a discussão sobre como deve ser o depoimento de Bolsonaro é considerada politicamente delicada, por opor não apenas Celso (decano) a Marco Aurélio (vice-decano), mas também por colocar o Supremo em confronto com o Palácio do Planalto.

O presidente do STF, ministro Luiz Fux, deve consultar os colegas sobre o tema antes de definir a data do julgamento. Há o risco de a decisão ser pautada apenas depois que o decano já tiver saído do tribunal.

Ao completar 75 anos, em 1º de novembro, Celso de Mello vai se aposentar compulsoriamente, abrindo a primeira vaga na Corte para indicação de Bolsonaro. Pelo regimento do STF, em caso de aposentadoria do relator, o processo é herdado pelo ministro que assume a vaga.

Dessa forma, o nome que vier a ser escolhido por Bolsonaro deve assumir o acervo de processos do decano – o que abre margem para a insólita situação de um ministro indicado pelo chefe do Executivo assumir a relatoria de um inquérito que investiga o próprio presidente da República.

A equipe de Fux avalia que essa regra deve ser mantida nesse caso, mas ao menos três ministros ouvidos pela reportagem defendem a redistribuição para um novo relator. Outro magistrado acredita que Marco Aurélio poderia cuidar do inquérito. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

 

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