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Sisu 2016: Termina hoje (26) o prazo para matrículas de aprovados

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Inscrições no Sisu ocorreram através de portal do MEC (Foto: Reprodução/TV Globo)

Inscrições no Sisu ocorreram através de portal do MEC (Foto: Reprodução/TV Globo)

Quem não conseguiu vaga pode entrar na lista de espera.
Haverá um Sisu extra para reduzir as vagas remanescentes, mas não há data.

Termina nesta terça-feira (26) o prazo para que os aprovados na chamada regular do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) 2016 façam suas matrículas nas instituições.

Também nesta terça tem início o período de inscrições do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). O prazo vai até sexta (29). O fundo adota critérios para privilegiar alunos por critérios de renda, área de interesse e localização dos cursos.

O resultado do Sisu foi divulgado pelo Ministério da Educação no dia 18 de janeiro. Para acessar, o candidato deve digitar o número de inscrição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e a senha no site do Sisu. Também é possível consultar a lista de estudantes aprovados selecionando instituição, campus e curso neste link.

Quem não conseguiu uma vaga pode ainda manifestar, no próprio site do Sisu, interesse em até a próxima sexta-feira (29). As instituições vão convocar os alunos da lista de espera, se ainda houver vagas.

O Sisu é o sistema eletrônico gerenciado pelo MEC que seleciona os alunos para vagas em universidades públicas, de acordo com o desempenho no Enem.

É possível consultar a lista de selecionados de acordo com a instituição e o curso  (Foto: Reprodução)
É possível consultar a lista de selecionados de acordo com a instituição e o curso (Foto: Reprodução)

Foram 2.712.937 candidatos inscritos na atual edição. O número de inscrições chegou a 5.275.613, considerando que cada candidato pode fazer duas opções de curso.

Neste ano, além de uma nova edição do Sisu no segundo semestre, está prevista uma edição extra com cerca de 100 mil vagas remanescentes. Ainda não foram divulgadas dessas novas edições (leia mais abaixo sobre elas).

Próximas edições do Sisu em 2016
Nesta primeira edição do ano, o Sisu selecionou candidatos para 228 mil vagas em 6.323 cursos de 131 instituições públicas. Segundo o MEC, houve aumento de 10,9% no número de vagas ofertadas em relação à primeira edição de 2015.

O MEC prepara, pela primeira vez, uma edição extra do Sisu para reduzir as vagas remanescentes na graduação. De acordo com a pasta, mais de 150 mil vagas nas universidades públicas ficaram ociosas em 2014, conforme o Censo da Educação Superior.

A previsão do MEC é selecionar tanto por meio das notas do Enem como pelo desempenho acadêmico do estudante na instituição superior em que ele já estuda, abrindo possibilidade para transferências. O Sisu das vagas remanescentes é parte da estratégia da pasta de diminuir as vagas ociosas e, para isso, o MEC vai mudar a forma com que são repassados recursos para instituições federais: passarão a receber mais recursos aquelas que têm mais vagas preenchidas.

Até o começo de janeiro não havia previsão de data, mas o ministro Aloizio Mercadante afirmou que primeiro o MEC cuidaria das edições do Prouni e do Fies de primeiro semestre para avaliar o Sisu extra. Também não foi divulgada data para o Sisu regular do segundo semestre. No ano passado ela ocorreu em junho e selecionou candidatos para 55.571 vagas oferecidas por 72 instituições.

(Do G1 SP)

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Risco de afundamento fará Maceió esvaziar 2,1 mil imóveis

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Fissuras provocadas pela extração de sal-gema na região vêm causam apreensão entre os moradores

Uma área equivalente a 78 campos de futebol (78 hectares) terá de ser esvaziada em bairros afetados por rachaduras e afundamento desde fevereiro de 2018 em Maceió. É o que aponta um documento elaborado por agências do Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil. As fissuras, provocadas pela extração de sal-gema na região, vêm se agravando e causam apreensão entre os moradores.

O plano de remoção engloba os bairros do Pinheiro, Mutange e Bebedouro e mostra que quatro hospitais, três unidades de saúde, 12 escolas e uma subestação de energia que abastece 1/3 da capital alagoana estão dentro da área de risco – alguns equipamentos terão de ser realocados e outros, monitorados. Existe ainda risco de alagamento em alguns pontos porque há áreas passíveis de colapso na Lagoa Mundaú, que tem conexão com os bairros.

Uma área de 242 hectares é atingida pelo problema, que afeta mais de 40 mil pessoas, segundo o documento. E 2.114 imóveis terão de ser esvaziados. O cronograma de remoção não foi divulgado. O Ministério do Desenvolvimento Regional considera a situação um “desastre em andamento”. Procurada para detalhar as ações, a gestão municipal não se manifestou.

As rachaduras mudaram a rotina de moradores – parte já se mudou e outros assistem ao esvaziamento dos bairros. É o caso do professor Eduardo Jorge Ramos de Araújo, de 47 anos, que mora no Pinheiro, bairro de classe média de Maceió, desde os 4 anos de idade. Aos poucos, viu seus amigos de infância abandonarem os imóveis condenados. Hoje, mora sozinho no quarteirão em frente a um conjunto de 23 blocos de edifícios praticamente abandonados por causa do afundamento.

Ele chegou a se cadastrar no aluguel social do governo federal, como fizeram seus amigos, mas desistiu porque o valor oferecido (R$ 1 mil) não pagaria nem metade da casa que encontrou. “Teria de achar um imóvel equivalente ao meu, que pudesse acomodar meus animais”, diz ele, que tem três cães e dois gatos. Araújo fez dos cães seus companheiros de andanças no bairro, que hoje registra mais assaltos e arrombamentos depois que dezenas de moradores deixaram o local. “Não dá mais para andar sozinho em determinadas horas. Os cães pelo menos dão certa segurança.”

Segundo o ministério, até o momento a Defesa Civil Nacional repassou R$ 35,6 milhões para a concessão de aluguel emergencial às famílias. O aposentado Jairon Pinheiro, de 65 anos, saiu da casa onde morava em maio no Pinheiro e está recebendo o aluguel, mas não conseguiu um imóvel com o valor. “Deixei um apartamento e uma casa de primeiro andar. Foi bastante difícil alugar um apartamento. O preço subiu muito e só achava por mais de R$ 1 mil. Consegui alugar por R$ 1,3 mil.”

Serviços

Em uma das áreas com recomendação para realocação por causa de “processos erosivos e patologias estruturais em edificações”, há um hospital filantrópico, que é referência para hemodiálise e realiza 10 mil atendimentos por mês, além de cinco escolas estaduais. A Secretaria de Estado da Educação informou não ter recebido nenhuma nova notificação de interdição de unidades.

Outra zona, que tem até áreas alagadas, abriga dois hospitais psiquiátricos com 298 pacientes e uma creche que atende 221 alunos. Os prédios devem ser esvaziados. Uma escola estadual da região já foi interditada. A subestação de energia elétrica do Pinheiro, que abastece 1/3 da cidade, está na zona de monitoramento. E a linha de trem urbano está dentro da área de risco. Em nota, a Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) informou que não foram observados afundamentos ou alterações nas Estações Bebedouro, Mutange e Bom Parto do Veículo Leve sob Trilhos (VLT), que recebem 2 mil por dia.

Apontada por um estudo realizado pelo Serviço Geológico do Brasil (CPRM) como principal responsável pelo afundamento registrado nos bairros, a Braskem vai iniciar na segunda-feira uma ação de cadastro para pagamento de indenizações e realocação de 1,5 mil pessoas de áreas no entorno de 15 poços de extração de sal-gema. A remoção de moradores de 400 imóveis e a criação de uma zona de resguardo na região haviam sido anunciadas no fim de novembro, pouco depois de a empresa informar à Agência Nacional de Mineração o encerramento das atividades de extração de sal-gema e fechamento dos poços.

Segundo a petroquímica, ainda não é possível estabelecer a relação entre o fenômeno e a atividade realizada pela empresa. Na segunda, a Braskem iniciou um estudo com sonar para avaliar o fundo da Lagoa Mundaú. Serão monitorados 30 pontos. À margem da lagoa, estão regiões que integram a zona de alagamento. E há ainda pontos que podem ter desmoronamento. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Por Estadão Conteúdo

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Projeto da JBS transfere sede para fora do Brasil

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Inclui a transferência da sede para Luxemburgo ou Holanda, como parte do processo de abertura de capital na Bolsa de Nova York

O Brasil pode deixar de ser o país sede da maior companhia de carne bovina do mundo. A JBS, detentora do título, trabalha num projeto de reorganização dos ativos que inclui a transferência da sede para Luxemburgo ou Holanda, como parte do processo de abertura de capital na Bolsa de Nova York.

O documento que a reportagem teve acesso, com detalhes do cronograma de toda a operação ao longo desse segundo semestre e início de 2020, é chamado de Projeto Hidra, alusão a figura mitológica com o poder de regenerar sua cabeça quando decapitada. Hidra também é o nome da organização fictícia inimiga dos heróis da Marvel, retratada nos quadrinhos e levado aos cinemas na franquia “Os Vingadores”.

A JBS tem como principais acionistas a J&F (41,8%), holding da família Batista, e o BNDES (21,3%). Na atual estrutura, a companhia no Brasil detém os negócios com carne bovina, controla a Seara e a JBS Global (que inclui operação dos Estados Unidos, Austrália, Canadá e Europa).

Pelo desenho da reestruturação, companhias em Luxemburgo ou Holanda assumiriam o comando de todas essas operações. Esses dois países são conhecidos por possuírem os sistemas tributários mais vantajosos do mundo, inclusive com tratados para evitar a bitributação.

Na apresentação de motivos para a reestruturação, redigida pelo escritório de advocacia Lefosse, a mudança da sede é um caminho eficiente para o lançamento das ações da companhia na bolsa de Nova York.

Segundo advogados especializados em mercado de capitais, ouvidos pela reportagem, esse tipo de movimento é comum para blindar empresas que tiveram problemas, separando ativos considerados problemáticos de ativos avaliados como sadios.

Dois dos acionistas da JBS, os irmãos Joesley e Wesley Batista, foram alvos de operações da PF (Polícia Federal) e do MPF (Ministério Público Federal) e chegaram a ser presos.

Segundo a reportagem apurou, a companhia já declarou à SEC (Securities and Exchange Commission, órgão regulador do mercado de capitais nos Estados Unidos) o interesse em abrir o capital e, em caráter preliminar, apresentou a documentação para crivo da instituição, que tem feito questionamentos e solicitado informações adicionais.

O documento mais recente que trata desses ajustes, a que a reportagem teve acesso, é datado de 4 de dezembro.

O Projeto Hidra trabalha com duas alternativas de alocação para a sede, sempre envolvendo reorganizações entre JBS S/A, JBS Global e Seara.

Na alternativa A, duas empresas em Luxemburgo, nomeadas nos documentos como ListedCo e Crytal New Co, assumem o controle dos ativos no lugar da JBS S/A.Na alternativa B, a sede fica na Holanda.

Os investidores que possuem ações negociadas na B3, a Bolsa brasileira, poderiam optar entre ficar com as ações dos ativos brasileiros ou aceitar a troca pelos papeis que seriam emitidos no mercado em Nova York.

O projeto é datado de junho traz uma linha do tempo, com o passo a passo até o início do ano que vem. Nela, as discussões sobre a reestruturação teriam iniciado em julho. Em outubro estava marcado o início de discussões na SEC e também na B3 e na CVM (Comissão de Valores Mobiliários, que regula o mercado de capitais no Brasil).

A reunião do conselho de administração para tratar do tema seria convocada dia 2 de janeiro de 2020 e ocorreria no dia 9, quando então seria avaliado o comunicado ao mercado por meio de fato relevante. Nesse cronograma, a abertura de capital em Nova York ocorreria em fevereiro.

Advogados da área tributária ouvidos pela reportagem chamaram a atenção para o fato de que outras operações semelhantes, feitas por empresas brasileiras, foram preparação para venda.(POR FOLHAPRESS)

 

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Defesa diz que PM conseguiu evitar tragédia ainda maior em Paraisópolis

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Na nota, o advogado atribui mortos e feridos aos criminosos que, de moto, teriam atirado contra os PMs, e, também, aos organizadores do evento e ao poder público

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A defesa de parte dos policiais investigados pela morte de nove pessoas em baile funk em Paraisópolis, zona oeste da capital, divulgou nota nesta sexta (6) na qual isenta os PMs de responsabilidades na tragédia, de forma “direta ou indireta”, e, mais, diz que o quadro só não foi pior graças, justamente, ao trabalho desses homens.

“Em verdade, a meu ver, a conduta dos policiais -cujas imagens que estão sendo veiculadas, em sua grande maioria, não dizem respeito ao dia do episódio-, serviu em grande medida para acautelar a ocorrência e evitar tragédia maior”, diz trecho da nota assinada pelo advogado Fernando Capano, que defende seis policiais militares da Rocam (motos).

Na nota, o advogado atribui mortos e feridos aos criminosos que, de moto, teriam atirado contra os PMs, e, também, aos organizadores do evento e ao poder público que permitiram tamanha aglomeração de pessoas em um local inadequado para eventos. “Neste contexto, há de se perquirir (investigar) também acerca da responsabilidade dos organizadores desse tipo de evento que, reunindo grande multidão e sem cumprir minimamente as regras e posturas municipais de ocupação do espaço público, expõe seus frequentadores a grande risco”, diz a nota que continua.

“Também causa espécie a ausência de qualquer fiscalização do poder público municipal que, de modo preventivo, poderia tutelar e organizar esse tipo de evento, evitando tragédias desta natureza, causadas por grandes aglomerações desorganizadas e em local físico impróprio.”

Ao todo, 38 policiais militares estão sendo investigados pela Corregedoria e Polícia Civil de São Paulo pela participação nessas nove mortes e 12 feridos.

Procurado, o governo paulista vem afirmando que “todos os fatos relacionados estão em apuração através de inquérito policial militar para entendimento da dinâmica dos fatos e responsabilização envolvidos.

Os dados da investigação seguem o sigilo imposto pelo artigo 16 do Código de Processo Penal Militar.”

Por Folhapress

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