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Lenovo apresenta smartphone flexível que pode ser usado como pulseira

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Fabricante também apresentou tablet que pode ser dobrado ao meio. Protótipos foram apresentados na Tech World

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Durante a Tech World 2016, a Lenovo apresentou o protótipo de um smartphone, flexível o suficiente para você colocá-lo ao redor do pulso, como uma pulseira slap dos anos 1990.

Já em uma versão maior, a Lenovo apresentou um tablet que consegue ser sobrado no meio, algo que poderia torná-lo mais confortável para ser usado como telefone.

Segundo  executivos da Lenovo, durante a apresentação do conceito, os aparelhos contam com tecnologia “flexível” para a tela e para componentes de hardware, incluindo as baterias.

Porém, a fabricante ainda não anunciou os nomes dos dispositivos e tampouco datas de lançamento, mas sugeriu que eles custavam “um pouco mais do que um smartphone ou tablet médio”.

Vale lembrar que o anúncio da Lenovo chega cerca de dois dias após a Samsung ter anunciado um smartphone dobrável, que pode chegar ao mercado em 2017.

 

Veja o vídeo demostrativo do smartphone e tablet.

 

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Tecnologia

WhatsApp é deixado para trás; conheça os apps mais baixados

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Lista tem novidades como o QQ e o Tik Tok, além do desaparecimento do Twitter

Facebook é o aplicativo mais baixado de todos os tempos no Google Play e na App Store, alcançando mais de 500 bilhões de downloads. Segundo relatório da App Annie, empresa provedora de dados do mercado de aplicativos, as primeiras posições do ranking são dominadas por redes sociais. Na sequência do Facebook, vêm o WhatsApp, Messenger, Instagram, YouTube, Snapchat e Skype.

Segundo o ‘TechTudo’, o levantamento também mostra que os tempos não são de crescimento para todas as redes sociais. O Twitter, por exemplo, deixou a lista de apps baixados.

Confira os mais baixado no Google Play:

Confira os mais baixado no App Store:

Por Notícias ao Minuto

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Tecnologia

Astrônomos detectam ‘superterra’ a apenas 6 anos-luz de distância

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A descoberta foi feita pelo método de velocidade radial

SALVADOR NOGUEIRA – Com muito processamento e cerca de 20 anos de dados de observações, um grupo internacional de astrônomos detectou evidências de um planeta orbitando a Estrela de Barnard, localizada a apenas 6 anos-luz de distância.

Trata-se da estrela solitária mais próxima do Sol, que só não está mais perto que o sistema trinário Alfa Centauri (4,3 anos-luz). Isso anima os pesquisadores quanto às possibilidades de fazer observações diretas da luz do planeta com a próxima geração de telescópios e caracterizá-lo detalhadamente.

O planeta é uma superterra -com porte um pouco maior que o do nosso- e completa uma volta em torno de sua estrela a cada 233 dias. Se fosse no Sistema Solar, sua órbita seria um pouquinho maior que a de Vênus. Mas a Estrela de Barnard é bem menor e menos brilhante que o Sol, o que significa que, a essa distância, o mundo recém-descoberto deve ser um deserto gélido e hostil à vida, com temperatura estimada em -170 °C.

A descoberta foi feita pelo método de velocidade radial, também conhecido como o do “bamboleio gravitacional”. A lógica é que, conforme um planeta gira ao redor da estrela, ele induz um suave movimento na estrela, para lá e para cá, que altera o comprimento de onda da luz que emana dela. Ao monitorar um padrão repetitivo, os pesquisadores podem deduzir a distância e um valor mínimo da massa do planeta responsável.

Na teoria é simples. Na prática é mais complicado, porque a atividade estelar pode ser confundida com o padrão induzido pelo planeta.

“É, foi difícil”, diz Guillem Anglada-Escudé, pesquisador da Queen Mary University, de Londres, e coautor do trabalho, publicado nesta semana na revista Nature. “E a detecção não é tão limpa quanto gostaríamos. Mas é hora de reportar, já que as evidências são muito fortes.”

Além de vasculhar a base de dados com cerca de 20 anos de observações da Estrela de Barnard, com sete instrumentos diferentes, a equipe lançou mão de uma temporada de novas observações com os espectrógrafos Harps, do ESO (Observatório Europeu do Sul), e Carmenes, do Observatório de Calar Alto, na Espanha.

Com uma análise cuidadosa dos dados, antigos e novos, os pesquisadores calculam a chance de um falso positivo em menos de 1%.

Para os fissurados por astronomia, não passará despercebido o fato de que há muito tempo já se fala em planetas orbitando a Estrela de Barnard.

O astro ganhou esse nome graças às observações reportadas em 1916 pelo astrônomo americano Edward E. Barnard. Ele notou que a estrela, localizada na constelação de Ofiúco, estava mudando de lugar no céu em alta velocidade, deslocando-se depressa com relação a nós.

Mas o bicho pegou mesmo nos anos 1960, quando o holandês Peter van de Kamp disse ter descoberto evidências de planetas gigantes gasosos ao redor da estrela.

Ué, mas o primeiro exoplaneta descoberto ao redor de uma estrela ativa não veio só em 1995? Pois é. Embora tenha passado duas décadas reportando esses planetas gigantes gasosos ao redor da Estrela de Barnard, no fim ficou demonstrado que as “descobertas” de Van de Kamp eram falsos positivos, causados por efeitos induzidos por algo tão trivial quando o processo de manutenção do telescópio.

Fato é que, desde então, cientistas têm procurado os “verdadeiros” planetas de Barnard. Agora acharam o primeiro. E, veja só, talvez exista também um gigante gasoso ao redor dela, como sugeria – por motivos errados – Van de Kamp.

“Há evidências muito fortes de um padrão que tipicamente indicaria a presença de um planeta gigante gasoso – maior que Netuno – com período orbital muito longo, mas o conjunto de dados não é ainda suficiente para dizer muito mais que isso”, diz Anglada-Escudé.

Em artigo científico, os cientistas sugerem que esse gigante gasoso, se existir, deve completar uma volta ao redor da Estrela de Barnard a cada 18 anos. Mas, com os dados à disposição, ainda é cedo para afirmar que ele realmente esteja lá.

E planetas interiores, mais próximos da estrela? Poderia haver algum? Improvável, mas não impossível.

“Parece não haver nenhum planeta ‘significativo’ dentro da órbita do Estrela de Barnard b”, diz Anglada-Escudé. “Poderíamos ter detectado coisas tão pequenas quanto a Terra e não vimos nada até agora. Isso não significa que eles não estão lá – poderia haver planetas numa órbita inclinada que não teríamos como detectar –, mas não há evidências para qualquer mundo como a Terra, ‘ameno’, até agora.”

Ou seja, diferentemente do Sol e de Proxima Centauri, a Estrela de Barnard parece não ter ganho na loteria cósmica dos planetas potencialmente habitáveis. Mas isso não torna a atual descoberta menos importante.

Por  Folhapress

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Tecnologia

Após falha, nave Soyuz será lançada novamente em dezembro

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Em outubro, lançamento da nave russa foi abortado

Após o fracassado lançamento de outubro, a nave espacial russa Soyuz fará sua próxima missão espacial tripulada no dia 3 de dezembro. No dia 11 de outubro, a Soyuz chegou a decolar da base de Baikonur, no Cazaquistão, mas a missão precisou ser abortada por conta de um problema nos foguetes de propulsão. A nave realizou um pouso de emergência e, apesar do incidente, os astronautas Alexey Ovchinin e Nick Hague conseguiram se salvar.

A nova missão já consta no calendário de voos da Agência Espacial Norte-Americana (NASA) e a informação foi confirmada pelo responsável dos voos tripulados da Agência Espacial Italiana (ASI), Gabriele Mascetti, que também revelou que as missões poderão ter maior duração. “É provável que as próximas missões humanas na Estação Espacial durem um pouco mais”, informou Mascetti.

Se agora a duração média de uma missão é de 120 a 180 dias, futuramente ela poderá chegar a 180 ou 190 dias. Segundo Mascetti, o objetivo é não desacelerar o programa de voos para a Estação Espacial. O novo lançamento da Soyuz será realizado da base espacial russa em Baikonur, e a bordo estarão três tripulantes da Expedição 58: a norte-americana Anne McClain, da NASA; o canadense David Saint-Jacques, da CSA; e o russo Oleg Kononenko, da agência espacial russa Roscosmos.

A chegada do trio na Estação Espacial Internacional (ISS) está programada para seis horas após o lançamento. Eles se juntarão aos três astronautas que já estão por lá: o comandante Alexander Gerst, da Agência Espacial Europeia (ESA); a norte-americana Serena Aunon-Chanceler e o russo Sergey Prokopyev.

Por Ansa.

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