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PF apreende US$ 16 mi com vice-presidente de Guiné Equatorial em SP

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Durante a abordagem, além da elevada quantia em dinheiro em espécie, os policiais acharam várias joias e relógios.

Polícia Federal abordou a comitiva do vice-presidente da Guiné Equatorial Teodoro Obiang Nguema e encontrou US$ 16 milhões em dinheiro e relógios de luxo.

Segundo fontes ouvidas pelo jornal O Estado de S. Paulo, dentro de maletas em posse na comitiva foi encontrada “vultosa soma de dinheiro em espécie, em diversas moedas” e pertences de “elevado preço”.

A abordagem na comitiva foi feita no aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP). A aeronave B777-200LR desembarcou na cidade paulista com 11 passageiros. Obiang foi recepcionado e por causa das prerrogativas do cargo não foi inspecionado, mas sua equipe passou pelo crivo da Receita Federal.

Durante a abordagem, além da elevada quantia em dinheiro em espécie, os policiais encontram várias joias e relógios.

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Comício trumpista em Las Vegas tem malhação da imprensa e euforia

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Repórter assistiu a ‘show’ do presidente americano em meio aos eleitores do republicano

No começo, parece um show de rock. Ou talvez de country, já que estamos em Las Vegas, cidade que adora um rodeio. Todo mundo quer ver seu ídolo, tirar fotos, filmar ele entrando, acenando. Todo mundo é amigo, passa perrengue junto na fila, troca sorrisos e gentilezas. Até que o show começa e o herói abre a boca. Ele ataca seus adversários, e os fãs vão à loucura. Ele também xinga a imprensa uma, duas, três, quatro vezes. O show vira uma inquisição e há muito ódio no ar.

Fui ao comício de Donald Trump na noite de quinta-feira (20). Em vez de ficar no espaço fechado à imprensa, de frente para o centro do palco no fundo do salão, fui com os fãs do presidente americano. Toleramos juntos duas horas de fila para conseguir entrar no Centro de Convenções. Muita gente foi de vermelho, com o boné “Make America Great Again” ou com camisetas com o slogan “Sou Deplorável”, uma versão trumpista do “Nasty Woman” (mulher nojenta), loas que Hillary Clinton e Trump trocaram na eleição de 2016.

Entre os apoiadores do presidente, tem de tudo. Gente bonita, feia, gorda, magra, moderna, velhos e crianças. Há tantos homens quanto mulheres. Há pouquíssimos negros e latinos. Os que vendiam tranqueiras na fila eram negros. Um deles disse que apoiava Trump e viajava para todos os cantos que ele ia para vender suas camisetas, bandeiras e bonés. Na fila, escuto coisas que não se fala a jornalistas. “Minha irmã é uma retardada que vive de auxílio do governo, uma vergonha para a família”, diz a morena à minha frente.

Sua amiga puxa conversa comigo e digo que moro na Califórnia. “A Califórnia devia ser vendida ao México, é uma vergonha o que acontece lá”, diz, complementando com palavrões. “A Califórnia podia se desprender do continente e afundar no oceano.” Ela está solteira e adoraria encontrar um marido no comício. “Já namorei um progressista e foi horrível”, diz. Tanto na fila como no do salão os fãs parecem compartilhar um sentimento de perseguição. Qualquer burburinho, eles olham em volta. “Devem ser os progressistas com seus protestos”, escuto três vezes. Mas nunca tem protesto e isso parece desapontá-los.

Trump fez o comício para pedir, ou melhor, implorar que os habitantes de Nevada saiam de suas casas e votem nas eleições legislativas de novembro. O presidente precisa de apoio, já que cinco de seus assessores já se declararam culpados de acusações ligadas às investigações do promotor especial Robert Mueller sobre o pleito de 2016 e a Rússia.

Ele sobe ao palco ao final da música “Tiny Dancer”, de Elton John. Os fãs gritam “coloque ela na cadeia” quando Trump cita Hillary. Os fãs também falam ao mesmo tempo quando Trump diz que alguém é “simplesmente vil”. E vaiam com vontade e mostram o dedo do meio para o cercadinho da imprensa quando Trump desanca jornalistas. “São todos tão corruptos e desonestos”, diz, apontando para os jornalistas. “O maior aliado dos democratas é a mídia, é a rede de notícias falsas”, continua. “Hoje a imprensa está muito pior. Mas tudo bem, porque ela não tem impacto.”

O comício termina com “You Can’t Always Get What You Want”, dos Rolling Stones. Escolha estranha e triste para um pessoal tão elétrico após 50 minutos de discurso? Ao lado do cercadinho da imprensa, uma garota aponta para os repórteres e grita o refrão: “Nem sempre vocês conseguem o que querem”.

Por Folhapress.

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Bill Clinton alerta brasileiros a não votar por raiva

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“Não tente tomar uma decisão quando você está nervoso, você nunca toma decisões acertadas”, disse Clinton

ex-presidente dos Estados Unidos Bill Clinton (1993-2001) advertiu nesta sexta-feira (21) os brasileiros do risco de tomar decisões orientados pela raiva e pelo ódio, às vésperas de uma das eleições presidenciais mais polarizadas da história.

“Não tente tomar uma decisão quando você está nervoso, você nunca toma decisões acertadas”, disse Clinton a uma plateia de investidores em palestra no evento Expert2018 da XP Investimentos ao lado do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (1995-2002).

“Em um país como este, quando há raiva, ressentimento, não há boas decisões. Também penso isso a respeito dos Estados Unidos, mas acredito que vamos voltar a fazer as coisas todos juntos (pessoas de partidos diferentes)”, disse Clinton, cuja mulher, Hillary, foi derrotada pelo republicano Donald Trump nas eleições de 2016.

De acordo com o democrata, as pessoas deveriam se perguntar neste momento: “Como eu quero que o Brasil esteja quando meus filhos chegarem à minha idade? Que decisões devo tomar pra que isso aconteça? O presidente [russo Vladimir] Putin diria que somos antiquados, mas nós acreditamos que a democracia é a melhor maneira de chegar lá, embora seja lenta e às vezes os fatos não nos ajudem”, afirmou.

Segundo Clinton, é preciso entender exatamente o que causou o que chama de “enigma do Brexit global” –alusão a decisão dos britânicos de deixar a União Europeia em uma votação guiada por propaganda populista– e resolver esses problemas.

“Essa sensação de parte dos americanos de que não foram tratados de forma justa, economicamente, e que se sentem socialmente deslocados” é combustível para a sensação de revolta que imperou no país e teria resultado na eleição de Trump, embora ele não tenha citado nominalmente ao atual presidente.

“Uma das razões para essa reação é que os EUA têm hoje a maior porcentagem de população nascida em outros países desde o começo do século passado”.

Clinton afirmou que o boom econômico dos EUA na última década não beneficiou a todos, quase 40% dos americanos têm dificuldades para pagar suas contas, e isso gera revolta. “Posso dizer que isso ocorreu no Brasil também.”

Fernando Henrique afirmou que, no Brasil, este mal estar é perceptível. “É necessário combater essa insurgência com princípios democráticos, há décadas eu não via tanto ódio no Brasil.”

O brasileiro disse que os escândalos de corrupção afetaram o conjunto do sistema político, criando uma malaise e uma crise da democracia representativa, como na Europa e em outros lugares.

Mas alertou que, para resolvê-la, é necessário achar alguém com plano de governo e ideias concretas, e não que apenas critique o passado.

Um das estratégias do PSDB é criticar a suposta falta de planos de governo concretos do líder nas pesquisas, Jair Bolsonaro (PSL).

Clinton, falando sobre redes sociais, disse que hoje, nos EUA, “uma grande mentira funciona melhor do que a verdade, e as pessoas não veem a diferença”.

“Mas todas as tecnologias podem ser usadas de forma errada, carros matam pessoas, então não é por isso que vamos sair da internet e preferir conexões lentas.”

Indagado sobre o que esperar das eleições legislativas em seu país, afirmou: “Se meu partido ganhar maioria no Congresso, vai ser bom”.

A respeito da relação entre China e EUA, que azedou ainda mais com a imposição de tarifas sobre mais US$ 200 bilhões em exportações chinesas por Trump, Clinton afirmou esperar que “tudo seja temporário”. “Não acho errado rever relações comerciais, mas os EUA não podem se dizerem prejudicados por todos os países. Já nos beneficiamos muito do comércio”.

Por Folhapress. 

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Da prisão, Lula domina eleições, diz agência dos EUA

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A Bloomberg, agência de notícias e dados para o mercado financeiro em todo o mundo reconheceu em reportagem veiculada globalmente que o plano das elites brasileiras de lançar Lula ao ostracismo fracassou por completo.

“O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pode estar fora do poder há oito anos e definhar no momento numa cela de prisão, mas continua a dominar as eleições deste ano, como fez nas últimas cinco”, afirma o texto da agência norte-americana. O título da notícia é “O efeito Lula: como o ex-presidente do Brasil continua a influenciar os eleitores”.

Na reportagem, um gráfico mostra as curvas de crescimento do próprio Lula e de Dilma nas pesquisas do Ibope nas eleições de 2002, 2006, 2010 e 2014 e, agora, as de Haddad. O índice de Haddad é inferior aos de Lula e Dilma no mesmo mês de setembro nas eleições anteiores. Ele tem 19% contra 39% de Lula em 2002 e 51% em 2006, e 35% de Dilma em 2010 e 36% em 2014.

Mas são contextos muito diferentes, pois a candidatura de Haddad foi lançada apenas em 11 de setembro (a pesquisa Ibope foi feita menos de uma semana depois), enquanto Lula e Dilma já estavam definidos como candidatos do PT meses antes nas eleições anteriores. O interessante na comparação é a curva de Haddad, que claramente “busca” as curvas de Lula e Dilma nas outras disputas.  (BR 247)

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