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Brasil

A “Idiocracia” brasileira

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A derrota por 7 a 1 na Copa de 2014, em pleno solo brasileiro, foi mais do que um simples momento vergonhoso do futebol nacional. O resultado evidenciou que há muitos anos a Seleção Canarinho deixara de ser uma grande força mundial, apesar da mídia e da opinião pública brasileira insistirem nessa tese.

Nos últimos 30 anos, a cegueira nacional não atingiu apenas o esporte. Nas artes, na cultura, na imprensa e principalmente na academia, a exaltação à mediocridade transformou o Brasil em uma sociedade imbecilizada, que odeia o conhecimento, que maltrata a língua portuguesa, que despreza a meritocracia, que destrói as universidades públicas e que ridiculariza aqueles que buscam pelo aperfeiçoamento pessoal.

Um bom exemplo disso foi a repercussão positiva dada pela mídia e por personalidades brasileiras à entrevista concedida pelo youtuber Felipe Neto ao jornal New York Times.

A desonestidade intelectual dessas pessoas que aplaudiram o youtuber deixou muito claro que mais importante do que a qualidade do interlocutor e a veracidade de suas opiniões, é a imposição do projeto de poder progressista no Brasil e no mundo.

Felipe Neto precisa ter consciência de que ele é apenas uma peça do jogo tramado pela esquerda e o estamento burocrático para voltar ao poder e que após usarem a sua influência sobre os seus 30 milhões de seguidores, quase na totalidade jovens, será jogado ao ostracismo como fizeram com Leon Trotsky em 1940.

O grande problema é que a esquerda brasileira de hoje é fruto dessa sociedade imbecilizada, que faz com que ela seja incapaz de perceber que atualmente os jovens de 16 a 24 anos representam menos de 10% do eleitorado brasileiro e a cada ano, representarão uma fatia cada vez menor dos eleitores, sem contar que ao crescerem e ir aumentando a sua responsabilidade com a vida, a tendência de abandonar sonhos revolucionários aumentará proporcionalmente.

Acreditar que Felipe Neto será a virada de chave na política nacional é pura burrice, ovacionar seus ataques ao Brasil em um dos jornais mais importantes do mundo, deveria ser crime de lesa pátria!

Por Marcelo Di Giuseppe

Cientista político

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Brasil

Doenças respiratórias lotam leitos pediátricos e chegam até a fechar PS

A entrada do inverno e o retorno às aulas presenciais depois da pandemia agravam o quadro.

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Hospitais da capital e do interior de São Paulo estão com enfermarias infantis e unidades de terapia intensiva (UTIs) lotadas, por causa de um novo aumento nos casos de doenças respiratórias, incluindo a covid-19. Alguns centros médicos da rede pública já recorreram à central de regulação do Estado por falta de capacidade para receber novos pacientes. A entrada do inverno e o retorno às aulas presenciais depois da pandemia agravam o quadro. Há também falta de medicamentos nas farmácias.

Na capital paulista, a taxa de ocupação de leitos pediátricos se manteve em torno de 90% ao longo da semana passada. A Prefeitura, por meio da Secretaria da Saúde (SMS), informou que dispõe de 372 leitos de enfermaria pediátrica e 131 de unidades de terapia intensiva (UTIs) para este público nos hospitais municipais. Nesta sexta-feira, segundo a pasta, 347 leitos de enfermaria pediátrica estavam ocupados, índice de 94%. Já as UTIs pediátricas estavam com 111 ocupações, representando 85%.

A SMS informou que o Hospital Municipal Infantil Menino Jesus, referência 24h no atendimento de crianças e adolescentes, apresentava taxa de ocupação da UTI pediátrica de 90%. “A SMS esclarece que a taxa de ocupação é dinâmica e pode variar ao longo do dia. Com a chegada das baixas temperaturas do inverno, é esperado aumento nos atendimentos e internações por doenças respiratórias, principalmente por vírus sincicial respiratório e o da covid-19. A rede municipal está preparada para atender a população.”

Desde abril, o Hospital Universitário (HU) da Universidade de São Paulo (USP) está com as alas pediátricas lotadas. Segundo informou, as UTIs têm pacientes menores de 1 ano de idade, com quadro grave de insuficiência respiratória. Na quarta-feira, o HU precisou fechar o pronto-socorro infantil por seis horas por superlotação de pacientes com problemas respiratórios. O atendimento só foi retomado depois da transferência de crianças para outros hospitais.

De acordo com a Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo, a principal causa das internações são os vírus que causam doenças respiratórias, como resfriado, bronquite e até pneumonia. Os casos costumam aumentar nessa época do ano, entre o fim do outono e a entrada do inverno. Conforme a pasta estadual, a demanda alta exige monitoramento permanente do cenário epidemiológico, com base nos indicadores, principalmente os de internação, que são avaliados em tempo real. “Além de fortalecer os serviços de saúde estaduais para atender pacientes com covid-19 e outras patologias, a pasta mantém diálogo com gestores regionais para análises técnicas e definição das estratégias assistenciais. Vale lembrar que, neste período, com a chegada do inverno, é comum o aumento dos sintomas gripais, que causam doenças sazonais e maior procura pelos serviços”, informou.

Rede privada

Hospitais da rede privada da capital também enfrentam a alta de demanda de pacientes pediátricos. No Sabará, a taxa de positividade para vírus respiratórios era de 73% nesta sexta-feira, considerada elevada. Os testes detectaram 18 vírus respiratórios e, entre os mais apontados, estavam adenovírus, bocavírus, rinovírus e o sincicial respiratório. Ali, os casos e as internações por covid-19 voltaram a crescer nas três últimas semanas, atingindo os mesmos patamares de janeiro deste ano. Só nesta semana, dos 132 pacientes “positivados” para covid-19, 15 ficaram internados.

O pediatra Felipe Lora, diretor técnico do hospital, disse que a demanda costuma ser mais exacerbada neste período do ano, pela sazonalidade das doenças respiratórias. “Hoje, a covid não é o principal problema, e sim as bronquiolites causadas por outros vírus.” Ele acredita que, com as férias escolares, os casos devem cair em julho. “Vamos ter menos aglomeração.” O mesmo ocorre no Hospital Santa Catarina Paulista, que tinha nesta sexta-feira 55 pacientes pediátricos internados. Do montante, 21 estavam em UTI.

Interior

O interior também enfrenta aumento na procura por leitos infantis. O Hospital da Unicamp, em Campinas, que é referência regional, estava com 100% de ocupação dos leitos pediátricos nesta sexta. Já na rede do SUS Municipal de Campinas, a ocupação de leitos pediátricos de UTI estava em 76,4%. Pela manhã, pacientes denunciaram a demora no atendimento no Hospital Municipal Mário Gatti, que faz parte do SUS Municipal. A Guarda Municipal até precisou ser chamada. Em nota, a rede informou que a equipe está completa, mas a unidade enfrenta sobrecarga.

Falta de medicamento prejudica mais crianças

O diretor do Sabará Hospital Infantil, Felipe Lora, apontou a falta de medicamentos nas farmácias como um dos problemas decorrentes da alta na incidência de vírus respiratórios. “Nosso PS (pronto-socorro) prescreve um remédio, o paciente vai à farmácia e não acha. O que temos feito é trocar a receita.”

Um levantamento divulgado pelo Conselho Regional de Farmácia do Estado de São Paulo (CRF-SP) apontou que mais de 98,5% dos farmacêuticos confirmaram problemas de desabastecimento. Desses, 10,2% são do setor público. Mais de 90% citaram a falta de antimicrobianos (entre os mais citados, amoxicilina e azitromicina); 76,56% com a falta de medicamentos mucolíticos (entre os mais citados, acetilcisteína e ambroxol); 68,66% com a falta de medicamentos anti-histamínicos (entre os mais citados, dexclorfeniramina e loratadina); 60,59% com a falta de medicamentos analgésicos (como dipirona, ibuprofeno e paracetamol).

Segundo Marcelo Polacow, presidente do CRF-SP, as crianças são as que mais têm sofrido. “Os medicamentos em falta são principalmente em suas formulações líquidas, o que prejudica em especial a população pediátrica.”

Do jornal O Estado de S. Paulo.

 

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Brasil

Em Recife, homem e criança de 4 anos morrem após cair de prédio; Polícia investiga o caso

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As mortes de um homem de 39 anos e uma criança, com apenas 4 anos de idade, chocaram  quem passou pelo cruzamento entre as ruas do Riachuelo e da Aurora, no Centro do Recife, neste sábado (25).

O caso, que ocorreu no Edf Ébano, foi registrado pela Polícia Civil de Pernambuco por meio da Equipe de Força Tarefa de Homicídios da Capital. De acordo com o órgão, a ocorrência está sendo tratada como um caso de homicídio seguido de suicídio.
Segundo a investigação, o autor teria se jogado do prédio com a vítima, que era seu filho, ocasionando a morte de ambos. Até o momento, não há mais informações sobre a motivação do crime. No entanto, a Polícia Civil informou que as investigações continurão até o esclarecimento do fato.
Foto Reprodução/Google Maps
Por Diário de Pernambuco 

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Brasil

Suspeito de matar casal de idosos no Rio de Janeiro é ex-namorado do filho

Segundo investigações da Polícia Civil, o autor do crime seria o oficial da Marinha de 40 anos, Cristiano Lacerda, que foi levado para o hospital sob custódia policial. Ele seria namorado do filho do casal e teria agido motivado por ciúmes.

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Um casal de idosos foi morto a facadas na madrugada deste sábado (25) em um condomínio no Jardim Botânico, Zona Sul do Rio. Segundo as investigações da Polícia Civil, o principal suspeito é o ex-namorado do filho do casal, que teria assassinado os dois após uma crise de ciúmes.

Os idosos foram identificados como Geraldo Coelho, 73 anos, e Osélia Coelho, 72 anos. Os corpos deles foram levados para o Instituto Médico-Legal, no Centro do Rio. O enterro será em Fortaleza, onde eles moravam.

Segundo a Delegacia de Homicídios da Capital, responsável pelas investigações, o autor do crime é o militar da Marinha Cristiano Lacerda, de 40 anos. Cristiano é ex-namorado de Felipe Coelho, filho do casal assassinado.

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