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Mundo

Com Brasil em 5º, mundo tem 3,9 mi de casos de Covid em 24 h e bate recorde

O Brasil aparece no quinto lugar com 195 mil positivados para a doença.

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Os casos de coronavírus voltaram a explodir em vários países, impulsionados principalmente pela variante ômicron, e o mundo contabilizou nas últimas 24 horas 3,79 milhões de diagnósticos, um novo recorde para um único dia -o recorde anterior foi registrado na semana passada, quando foram contabilizadas 3,6 milhões de notificações. O Brasil aparece no quinto lugar com 195 mil positivados para a doença.

De acordo com dados divulgados pela plataforma “Our Wolrd in Data”, projeto ligado à Universidade de Oxford, os Estados Unidos registraram 979 mil casos em um dia, seguido pela Índia no segundo lugar com 317 mil novos registros da doença, e Israel na terceira colocação com 243 mil diagnósticos. A Alemanha contabilizou em 24 horas seu recorde diário desde o início da pandemia com 139 mil testes positivos.

Nesta semana, o ministro da Saúde alemão, Karl Lauterbach, salientou que o país pode voltar a registrar novos recordes porque eles esperam que a atual onda de infecções atinja o pouco em meados de fevereiro.

“Acho que alcançaremos o pico dessa nova onda em meados de fevereiro, e então o número de casos poderá cair novamente, mas ainda não atingimos o pico”, declarou, em entrevista à emissora RTL.

BRASIL EM QUINTO

Depois de ficar no nono lugar na lista de países com mais casos de Covid-19 em único dia, o Brasil saltou para a quinta posição, com 195 mil novos segundos, segundo a plataforma.

No entanto, o número é divergente do contabilizado pelo consórcio de veículos de imprensa, que apontou o recorde de 205.310 novos testes positivos no país na quarta.

Veja abaixo os 10 países com mais casos confirmados de Covid-19:

1 -Estados Unidos: 979 mil
2 – Índia: 317 mil
3 – Israel: 243 mil
4 – Itália: 200 mil
5 – Brasil: 195 mil
6 – Espanha: 157 mil
7 – Alemanha: 139 mil
8 – Argentina: 128 mil
9 – México: 109 mil
10 – Reino Unido: 107 mil

MORTES

Apesar da explosão no número de infectados devido à variante ômicron, o número de mortes não cresce na mesma proporção. Nas últimas 24 horas foram registrados oficialmente 10,4 mil mortes no mundo, um aumento em relação aos dados anteriores, que haviam apontado 9,1 mil óbitos.

Segundo o diretor-geral da OMS (Organização Mundial da Saúde), Tedros Adhanom Ghebreyesus, a pandemia de coronavírus “não está perto do fim”. Em entrevista, ele relatou que na semana passada foram contabilizados 18 milhões de novas infecções em todo o mundo.

“Não se engane, a ômicron está causando hospitalizações e mortes, e mesmo os casos menos graves estão enchendo as unidades de saúde”, afirmou. “Continuo particularmente preocupado com muitos países que têm baixas taxas de vacinação, pois as pessoas correm muito mais risco de doenças graves e mortes se não forem vacinadas”, ressaltou.

“Um aumento exponencial de casos, independentemente da gravidade das variantes individuais, leva a um aumento inevitável de hospitalizações e mortes”, completou.

Por UOL/Folhapress

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Mundo

Varíola do macaco avança e número de casos já ultrapassa 160, em 16 países

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Cresce diariamente o número de casos de varíola do macaco confirmados no mundo. O total, que era de 77 na sexta-feira (20), passou para 164 nesta segunda-feira (23), segundo um monitoramento em tempo real conduzido pela iniciativa Global Health. Já são 16 os países que têm ao menos um diagnóstico e vários outros investigam novas suspeitas da enfermidade. A OMS reconheceu hoje que o surto é muito incomum, já que esta é a primeira vez que a doença surge em diferentes países ao mesmo tempo. 

Por R7

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Mundo

Brasileiro que identificou Ômicron entra na lista dos 100 mais influentes da Time

Tulio de Oliveira foi indicado ao lado do virologista do Zimbabwe Sikhulile Moyo, diretor do laboratório de Referência de HIV de Botswana-Harvard.

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O cientista brasileiro Tulio de Oliveira foi indicado como uma das pessoas mais influentes do mundo em 2022 pela revista norte-americana Time por sequenciar a variante Ômicron do coronavírus na África do Sul. Ele é diretor do Centro para Resposta a Epidemias e Inovação da África do Sul (Ceri) e também identificou a variante a Beta, outra versão do Sars-CoV-2 achada no país africano.

Oliveira foi indicado ao lado do virologista do Zimbabwe Sikhulile Moyo, diretor do laboratório de Referência de HIV de Botswana-Harvard, também responsável pela identificação da variante Ômicron.

“Cada geração tem pessoas que inspiram as gerações seguintes. Sikhulile e Tulio têm esse potencial para pessoas que trabalharão em saúde pública e genômica. Não vimos o fim de suas contribuições”, diz o texto da revista sobre os cientistas.

O pesquisador brasileiro iniciou a graduação em Ciências Biológicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), e está na África do Sul desde 1997. Ele trabalha com vigilância genômica há quase 20 anos, tem centenas de publicações em revistas de renome como as revistas Nature, Science, Lancet e NEJM. Além da pesquisador, atuou por dez anos no The Wellcome Trust, um centro de caridade global independente dedicado a melhorar a saúde.

A equipe de Oliveira também esteve por trás do sequenciamento de outros vírus conhecidos dos brasileiros, como o zika, que levou a OMS a decretar emergência internacional em 2016, febre amarela, dengue e chikungunya.

Sônia Guajajara também está na lista

A ativista indígena Sônia Guajajara também representa o Brasil na lista das 100 pessoas mais influentes da Time. Assim como Oliveira, Sônia foi selecionada na categoria de ‘Pioneiros’. Ela foi a primeira mulher indígena a concorrer a uma chapa presidencial no Brasil e atua como coordenadora executiva da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil, na linha de frente da luta em defesa das terras indígenas brasileiras e pela preservação da floresta amazônica.

Sônia participou da COP26, criando um fundo de US$ 1,7 bilhão para povos indígenas e comunidades locais, e liderou protestos indígenas contra o projeto de lei 490/2007, que altera o Estatuto do Índio, permitindo demarcação de terras destinadas às populações originárias e atividade extrativa dentro das reservas indígenas.

“Os pais de Sônia Guajajara não sabiam ler e ela teve que sair de casa aos 10 anos para trabalhar. Apesar disso, ela desafiou as estatísticas e conseguiu se formar na universidade. Desde tenra idade, ela lutou contra forças que tentam exterminar as raízes de sua comunidade há mais de 500 anos. Sônia resistiu e continua resistindo até hoje: contra o machismo, como mulher e feminista; contra o massacre de povos indígenas, como ativista; e contra o neoliberalismo, como socialista”, diz o texto da Time, assinado por Guilherme Boulos, que foi candidato à Presidência em 2018 ao lado de Sônia, candidata a vice de sua chapa.

“Hoje, Sônia é uma inspiração, não só para mim, mas para milhões de brasileiros que sonham com um país que salda suas dívidas com o passado e finalmente acolhe o futuro”, completa.

Por Estadão Conteúdo

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Starbucks anuncia saída da Rússia com fechamento de 130 lojas

A decisão põe fim à sua presença de 15 anos no mercado.

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A Starbucks afirmou nesta segunda-feira, 23, que vai fechar seus negócios na Rússia, em resposta à guerra na Ucrânia. A decisão põe fim à sua presença de 15 anos no mercado.

A empresa do ramo de cafeterias havia suspendido temporariamente seus negócios no país, em 8 de março, e nesta segunda anunciou que encerrará permanentemente as operações em suas 130 lojas.

Os quase 2 mil funcionários na Rússia continuarão sendo pagos por seis meses e receberão ajuda para encontrar novos empregos fora da rede, segundo a Starbucks.

A empresa se recusou a comentar sobre o impacto financeiro do fechamento de seu mercado russo, que responde por uma parcela relativamente pequena de suas vendas.

A decisão acompanha o movimento de outras empresas, como o McDonald’s, que encerrou mais de três décadas de negócios na Rússia.

A montadora francesa Renault também decidiu ceder sua participação de 68% na maior montadora da Rússia, AvtoVAZ, para uma entidade estatal.

A petrolífera Shell PLC também está entre os negócios que encerrarão suas atividades no país.

Por Estadão Conteúdo

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