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Saúde

TCE dá prazo até final de julho para Farmácia do Estado regularizar medicamentos

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O Tribunal de Contas do Estado (TCE) expediu um “alerta de responsabilização” para o secretário estadual de Saúde de Pernambuco, André Longo, para que a Farmácia do Estado regularize, até o dia 31 de julho, o estoque de medicamentos na Farmácia do Estado “no nível mínimo de 80% de abastecimento“. A determinação do TCE foi expedida após pedido do Ministério Público de Contas de Pernambuco (MPCO).

Matérias na imprensa, desde abril, revelaram o desabastecimento da Farmácia do Estado. Conforme levantamento divulgado em 12/04/2019, dos 231 tipos de medicamentos que deveriam ser fornecidos, 139 estavam indisponíveis – uma taxa de desabastecimento de 60%. 

Segundo o procurador Cristiano Pimentel, autor do pedido de “alerta“, a “causa do desabastecimento recorrente de medicamentos na Farmácia do Estado é a drástica redução de recursos disponíveis para fazer os pagamentos aos fornecedores”. 

O MPCO apresentou dados da execução orçamentário-financeira do Governo do Estado, apontando que sobre “os recursos estaduais, empenhados e liquidados, houve uma queda de R$ 74 milhões em 2017 para R$ 46 milhões em 2018, uma redução de 37,85%“. O órgão aponta que houve uma “drástica” queda nos pagamentos aos fornecedores, o que ocasionou o acúmulo de dívidas com os laboratórios e também uma expressiva quantidade de medicamentos entregues e não pagos pelo Estado. 

Sobre os pagamentos efetivamente realizados com recursos estaduais, vê-se que 2018 foi o menor ano de todos os analisados: 2015 – R$ 38,9 milhões; 2016 – R$ 40,6 milhões; 2017 – R$ 50,1 milhões; 2018 – R$ 36,0 milhões. A despesa executada, com empenho e liquidação, caiu de R$ 97 milhões em 2017 para R$ 59 milhões em 2018, uma queda da 38,95%“, aponta o parecer técnico do MPCO, apresentado ao TCE. 

Para o procurador Cristiano Pimentel, diante da falta de pagamentos aos fornecedores, seria “justa” a recusa dos laboratórios em continuar entregando os medicamentos. 

O passivo com fornecedores é muito expressivo – R$ 82 milhões – se comparado com as despesas efetivamente pagas, em 2018, de apenas R$ 36 milhões de reais. Ou seja, no relatório, o Estado deve mais que o dobro do que efetivamente pagou em 2018. Portanto, a causa do desabastecimento é a falta de recursos para pagar os fornecedores de medicamentos, levando o Estado a acumular um altíssimo passivo financeiro (de medicamentos entregues e não pagos), ocasionando também a justa recusa destes mesmos fornecedores em continuar entregando medicamentos“, avalia o procurador Cristiano Pimentel. 

Segundo o parecer técnico, o “recebimento de medicamentos, sem o efetivo pagamento, foi se acumulando, levando os laboratórios a não mais terem confiança em entregar os medicamentos ao Estado“. 

AUDITORIA EM 2018

Um dos motivos para a expedição do alerta, apontados pelo relator Carlos Porto, foi que o TCE já tinha determinado, em outubro de 2018, a regularização dos estoques na Farmácia do Estado. Segundo o parecer técnico do MPCO, a determinação constante em acórdão foi “descumprida” pela Secretaria Estadual de Saúde. Em 2018, o desabastecimento estava em 40%, o percentual subiu para 60%, em abril de 2019. 

Em 2018, o TCE também determinou a elaboração de um “plano de ação” para regularizar o desabastecimento. Em janeiro de 2019, a Secretaria de Saúde chegou a apresentar o “plano” com apenas duas páginas, dizendo que o “plano” tinha sido “inteiramente cumprido”. 

A falta de efetividade do “plano” gerou críticas dos técnicos do TCE. 

A própria Secretaria se atribuiu o cumprimento integral do plano de ação, marcando todas as tarefas como ação concluída. Esta atitude de dar por cumprido o Plano de Ação, determinado pelo Tribunal de Contas para acabar com a falta de medicamentos, mesmo com a evidente permanência da falta, a juízo deste subscritor, viola até mesmo o princípio da boa-fé“, criticou o procurador Cristiano Pimentel, em parecer enviado ao conselheiro Carlos Porto. 

PRAZO 

Como o TCE já tinha determinado a regularização do estoque desde 2018, orientação que foi descumprida segundo o MPCO, o relator Carlos Porto resolveu fixar um prazo, até 31 de julho deste ano, para a regularização do desabastecimento. 

O relator, em sua decisão, disse que, caso a determinação seja novamente descumprida, será aberto um processo “para apurar a responsabilidade pessoal dos gestores da Secretaria Estadual de Saúde que deram causa ao desabastecimento”. 

No parecer, o MPCO defende que, caso não seja regularizada a situação, os gestores sejam representados por improbidade administrativa.  

A Secretaria de Saúde de Pernambuco foi notificada do “alerta” nesta quarta-feira (5). A pasta terá o prazo de dez dias para apresentar explicações adicionais.

(Por Adriano Roberto)

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Saúde

Projeto liderado por brasileira mapeará genoma de 15 mil pessoas

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Mapeamento permitirá prevenir e tratar doenças

O projeto DNA do Brasil, liderado por uma cientista brasileira, vai identificar as principais características genéticas dos brasileiros para que seja possível prevenir e tratar doenças, além de mapear os ancestrais da população. A inciativa, lançada nesta semana, será o primeiro projeto de sequenciamento de DNA em larga escala no país e vai inserir o Brasil no mapa mundial dos estudos genômicos.

“Nosso projeto quer fazer um panorama geral da população brasileira como um todo, com um número grande de brasileiros para que a gente possa fazer pesquisas mais aprofundadas tanto sobre a saúde, a genética da nossa saúde, quanto também sobre a nossa origem, de como a gente se formou a partir desses grupos populacionais originais” disse a professora Lygia da Veiga Pereira, da Universidade de São Paulo (USP), que lidera o projeto, sobre os dois eixos do estudo genômico. Até o momento, menos de 0,5% das pesquisas realizadas no mundo contemplaram a população brasileira.-

No que diz respeito à saúde, Lygia explicou que o sequenciamento do DNA dos brasileiros vai possibilitar “entender quais são as variações genéticas que estão associadas ao nosso risco de desenvolver doenças comuns. O grande desafio da genética do século XXI é entender a genética da predisposição para doenças como diabetes, doença cardiovascular, Alzheimer, asma, depressão, que são doenças comuns. A gente não conhece bem a genética dessas doenças porque é complexa, ela é o resultado de centenas de alterações genéticas, mais o meio ambiente”, explicou Lygia.

Por meio do projeto, será possível identificar genes associados a doenças e genes associados a características morfológicas – que se referem à forma do organismo. Além da detecção da doença, a interpretação dos testes genéticos vai permitir, segundo a pesquisadora, identificar a predisposição às doenças, respostas a medicamentos e levar ao desenvolvimento de novas terapias.

Banco de dados público

Além de desvendar as características do DNA dos brasileiros, o projeto também tem o objetivo de montar um banco público com dados genéticos da população brasileira que ficará disponível para pesquisadores de todo o mundo que tenham interesse em estudos da genética da população do Brasil. “Esse banco de dados vai poder ser explorado e garimpado para a gente fazer muita descoberta, tanto do ponto de vista de saúde, como de evolução e até histórico”, disse.

O projeto pretende mapear o genoma de 15 mil pessoas, com idades entre 35 e 74 anos, que já integram a amostra do Estudo Longitudinal de Saúde do Adulto (Elsa), a maior pesquisa epidemiológica do país, financiada pelo Ministério da Saúde e Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações. O Elsa abrange moradores dos estados da Bahia, de Minas Gerais, do Espírito Santo, Rio de Janeiro, de São Paulo e do Rio Grande do Sul.

Essas 15 mil pessoas têm sido acompanhadas clinicamente desde 2008 e agora as informações genéticas serão agregadas a esse banco de dados, conforme elas forem assinando o termo de consentimento para participação desse novo projeto. O sigilo delas está garantido, segundo Lygia.-

Existe uma série de mecanismos para gente poder trabalhar com esses dados, mas de forma absolutamente anônima. A gente precisa ter segurança sobre a privacidade das pessoas e ao mesmo tempo poder usar esses dados para poder fazer descobertas, descobertas que vão impactar a saúde do brasileiro”, disse ela.

Para o professor Paulo Lotufo, da Faculdade de Medicina da USP e que está à frente do Elsa em São Paulo, “o projeto permitiu destacar as doenças cardiovasculares e diabetes na agenda da pesquisa epidemiológica no país. E, esse novo passo a ser dado com o DNA do Brasil nos permitirá contribuir ainda mais para a saúde da população”.

Primeira etapa

Os recursos para sequenciar o genoma completo dos primeiros três mil brasileiros – que correspondem à primeira etapa do projeto – foram garantidos pela empresa Dasa. A reportagem da Agência Brasil visitou o Centro de Diagnósticos em Genômica da empresa, na capital paulista, onde serão feitos os sequenciamentos.

“Atualmente a gente consegue fazer o processamento de cerca de 40 genomas completos a cada dois ou três dias, é uma alta capacidade que vai permitir que a gente sequencie as primeiras três mil amostras em seis meses e depois completar todas as 15 mil em até dois anos”, disse Gustavo Campana, diretor-médico da Dasa.

Campana explicou que, com a evolução da tecnologia, houve uma queda no custo de sequenciamento de um genoma completo. “Por exemplo, no projeto Genoma Humano [na década de 1990], um único genoma demorou 13 anos e custou mais de R$ 3 bilhões. Hoje nós conseguimos sequenciar um genoma em torno de 36 a 48 horas por cerca de US$ 1 mil”.

Para o sequenciamento dos 12 mil genomas restante, há uma proposta em andamento que depende da captação de recursos pelo projeto. O diretor da Dasa contou que, apesar de os valores das negociações serem confidenciais, a empresa tem uma proposta para realizar o restante do sequenciamento em valor abaixo do que havia sido proposto por outros laboratórios. Uma das propostas chegou a orçar em US$ 650 dólares cada genoma completo sequenciado.

Além da Dasa, outras empresas privadas estão envolvidas para realização do projeto: a Illumina, que vai fornecer os insumos para o sequenciamento; e a Google Cloud, que vai processar os dados de sequenciamento em sua nuvem, permitindo análises e cruzamento de dados em escala.

Após a conclusão dos primeiros 3 mil genomas, no prazo previsto de seis meses, o banco de dados já estará disponível para uso pelos pesquisadores. “A gente vai saber exatamente aquela população que tem alto risco de diabetes, por exemplo, ou alto risco de enfartar, então você pode fazer terapêuticas mais precoces e faz prevenção e até alteração de hábitos de vida. Então na vida de um indivíduo, no futuro, isso vai ter um impacto muito grande para deixar as pessoas mais saudáveis e não desenvolver as doenças crônicas”, finalizou Campana. (Por Camila Boehm)

Procedimento de extração de DNA
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Procedimento de extração de DNA

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Saúde

Seis fatos que provavelmente não sabe sobre o cancêr da pele

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Relativamente ao cancêr da pele, o melanoma é composto por melanocitos malignos, e são tumores frequentemente castanhos ou pretos

Quando as células normais da pele envelhecem ou são danificadas, morrem naturalmente. Quando as células perdem este mecanismo de controlo e sofrem alterações no seu genoma (ADN), tornam-se células de cancêr.Relativamente ao cancêr da pele, o melanoma é composto por melanocitos malignos, e são tumores frequentemente castanhos ou pretos. O melanoma é o tipo de câncer de pele mais perigoso, por apresentar maior capacidade de metastização, espalhando-se com facilidade pelas veias sanguíneas e linfáticas presentes na derme a outras partes do corpo, segundo dados divulgados na página online da rede de hospitais privados CUF.

e no início do século XX o melanoma era considerado raro, atualmente a sua incidência tem aumentado em 4-8% por ano.

Os fatores que propiciam o aparecimento de cancêr da pele incluem exposição excessiva ao sol, a cor da pele, sardas e a existência de um histórico familiar da doença.

Em declarações à revista Women’s Health, o médico Luiz Guilherme Castro, do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, no Brasil, tirou mais algumas dúvidas sobre o tema:

Tudo sobre cancêr da pele

1. A principal forma de prevenção do cancêr da pele não melanoma é evitar a exposição ao sol sem proteção

Mais de 90% dos casos de diagnósticos de cancêr da pele não melanoma são reflexo da exposição aos raios ultravioletas de forma inadequada. Clinicamente o tumor é mais frequente em locais que são expostos ao sol de forma crónica como face, tronco e pernas.

2. Apenas a proteção na pele não basta: lembre-se de proteger os lábios

O cuidado com os lábios vai muito além da estética. Luiz Guilherme explica que além de evitar o aparecimento de fissuras na pele sensível, que podem levar a contração de bactérias, o uso de protetor solar labial previne o aparecimento de rugas precoces e de cancro. “Por ser tratar de uma área delicada do nosso corpo e que sofre com grande exposição ao sol, assim como todo o rosto, é necessário atenção redobrada”, afirma o dermatologista.

3. cancêr da pele: o tratamento é, na sua grande maioria, cirúrgico 

O tratamento mais usado para tratar os casos de cancêr da pele é a cirurgia. Eventualmente, também é possível usar outros métodos, como terapia fotodinâmica, radioterapia ou até quimioterápicos em forma de pomada. A escolha do melhor método de tratamento é feita por um médico especialista que levará em conta o tipo da lesão, o subtipo do cancro, o tamanho do tumor, assim como as particularidades de cada paciente.

4. Pessoas de pele, cabelos e olhos claros têm um maior risco de desenvolver a doença

Luiz Guilherme explica que, por terem menos pigmento na pele, estas pessoas contam com uma menor proteção contra as radiações UV, e, por consequência, têm um risco mais elevado de desenvolver o tumor.

Além disso, peles claras, que produzem menos melanina, são mais suscetíveis a queimaduras provocadas pelos raios UVB do sol. Durante dias nublados a pele recebe a radiação UVA, que embora seja menos perigosa, é uma grande responsável pelo envelhecimento da pele. 

5. Os tipos de cancêr da pele melanoma têm pouca relação com a exposição solar

Um dos tipos mais graves de cancêr da pele, responsável por cerca de 5% dos casos da doença, os melanomas têm uma relação menos direta com a exposição solar. Grande parte dos casos de melanoma cutâneo aparecem em áreas não expostas cronicamente ao sol, como dedos, couro cabeludo, nádegas, etc. É importante ressaltar ainda que, muitos casos de melanoma, têm mais relação com mutações genéticas do que exposição ao sol.

Os principais fatores de risco para o tumor são: histórico familiar, ter pele e olhos claros, cabelos ruivos ou loiros, ou ser albino. 

6. Os carcinomas costumam manifestar-se como feridas que não cicatrizam. Já os melanomas manifestam-se como sinais, lesões pretas

Para identificar um sinal suspeito, os especialistas recomendam o uso da regra denominada ABCDE, que consiste na observação de cinco aspectos diferentes:

Assimetria: sinais que não são simétricos;

Bordas: quando as bordas apresentam irregularidades no seu formato;

Cor: variação da tonalidade dos sinais e mudança de tonalidade de um sinal já existente;

Diâmetro: sinais com diâmetro maior que 5mm;

Evolução: sinais que se modificam em qualquer aspecto como cor ou tamanho. 

Por Notícias ao Minuto

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Saúde

Sete benefícios de beber chá de canela todos os dias

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O inconfundível sabor do chá de canela traz consigo a sensação de conforto e bem-estar. Fácil de preparar, é recomendado para qualquer momento e situação, pois, além de saboroso, resulta em diversos benefícios para a saúde

chá de canela é rico em vários nutrientes benéficos para o organismo, como o manganês, as fibras e o cálcio. Adicionalmente, conta com super antioxidantes que combatem a formação dos radicais livres, proporcionando incríveis benefícios para o organismo, como aponta a publicação especializada Medical Daily. 

1. Reduz o risco de diabetes

O chá de canela tem uma alta concentração de polifenóis, compostos naturais que controlam o açúcar no sangue, além de prover a sensação de saciedade. Ainda graças aos polifenóis, o chá de canela melhora as funções da insulina, reduzindo o risco de diabetes.

2. Melhora a circulação

O chá de canela é capaz de melhorar a circulação do sangue. O seu consumo contribui para o ótimo funcionamento do fluxo sanguíneo, além de funcionar como um diluidor natural de sangue. Mais ainda, a bebida protege a saúde do coração lutando contra o colesterol mau (LDL). 

3. Previne a doença de Alzheimer

Por possuir propriedades anti-inflamatórias, o chá de canela pode auxiliar na prevenção de Alzheimer, Crohn, osteoporose e de diversas outras doenças relacionadas a quadros de inflamação.

4. Previne e trata a candidíase

As propriedades antifúngicas, antibacterianas e antivirais deste chá são extremamente eficazes para combater inúmeros casos de infecção, como a candidíase.

5. Previne o envelhecimento precoce

O chá de canela conta com poderosas propriedades antioxidantes essenciais para o pleno funcionamento do organismo. A sua ingestão quotidiana auxilia na prevenção de envelhecimento precoce.

6. Emagrece

Por melhorar o metabolismo e também as funções do aparelho digestivo, o chá de canela promove a perda de peso e queima de gordura. Adicionalmente, a saciedade causada pelo chá fará com que sinta menos vontade de comer. 

7. Previne casos de câncer

A ingestão de chá de canela revelou ser eficiente na redução da formação de células cancerígenas. As suas propriedades combatem o desenvolvimento das células, evitando a proliferação da doença.

Por Notícias ao Minuto

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