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Esporte

Sport vence América-MG e quebra sequência de sete jogos sem vencer

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Depois de sete jogos sem vencer uma partida, o Sport finalmente voltou a comemorar a conquista de três pontos. Para valorizar ainda mais, a vitória, na décima segunda rodada da Série A do Campeonato Brasileiro, foi contra o América-MG, adversário direto na briga contra o rebaixamento, e que deixou a equipe rubro-negra terminar a rodada fora do Z-4. O único gol da partida foi marcado por Paulinho Moccelin.
O JOGO
O técnico Umberto claramente montou um esquema tático na tentativa de anular o estilo de jogo utilizado pela equipe do América-MG que joga numa formação com três zagueiros, cinco meio campistas e dois centroavantes. Ao longo de todo o primeiro tempo, pôde-se notar que o Sport atuava com uma linha de cinco jogadores na primeira linha priorizando a superioridade numérica dentro da grande área.
O “terceiro zagueiro” era o volante Marcão, que atuou muito mais na primeira linha de marcação do que como um meio campista. Com o camisa 77 jogando mais recuado, o meio de campo ficou mais vulnerável do que o normal e a equipe do América-MG explorava muito o espaço deixado neste setor, mas não tinha facilidade para entrar dentro da grande área. Por isso, a saída da equipe mineira era arriscar de fora da área.
Já o Sport conseguia criar boas oportunidades com uma única forma de jogar, que era no contra-ataque. Porém, assim como o América-MG, as finalizações só ocorriam de fora da área. As jogadas trabalhadas continuavam sendo uma grande dificuldade da equipe principalmente com Mikael e Thiago Lopes que erraram muito na primeira etapa.
SEGUNDO TEMPO
Na etapa final, o América-MG começou com uma postura diferente e com uma intensidade muito maior do que a apresentada no primeiro tempo. Por isso, finalizou mais e forçou o goleiro Mailson a trabalhar muito mais. Além disso, encontrou mais facilidade de infiltrar no sistema defensivo da equipe rubro-negra.
O Sport pouco conseguiu criar na segunda etapa. Nem mesmo as jogadas de contra-ataque que funcionaram no primeiro tempo conseguiram ser efetivadas pela equipe rubro-negra, deixando claro a grande dificuldade de criação da equipe comandada pelo técnico Umberto Louzer.
A partida estava se encaminhando para um 0 a 0, até que aos 40 minutos o Sport conseguiu acertar o único contra-ataque que teve ao longo da segunda etapa e Paulinho Moccelin conseguiu marcar um golaço, que deu uma vitória importantíssima para o Sport.
AMÉRICA MG:
Matheus Cavichioli; Eduardo (Diego Ferreira), Eduardo Bauermann, Ricardo Silva, Alan Ruschel (João Paulo); Zé Vitor, Juninho Valoura, Juninho; Felipe Azevedo (Marcelo Toscano), Carlos Alberto (Yan Sasse) (Gustavinho) e Fabrício Daniel. Técnico: Vagner Mancini.
SPORT:
Mailson; Hayner, Rafael Thyere, Sabino, Chico; Marcão, Zé Welison (Betinho), Thiago Lopes, Gustavo (Ronaldo); Everaldo (Trellez) e Mikael (André). Técnico: Umberto Louzer.
Gol: Paulinho Moccelin (Sport)
Cartões amarelos: Zé Vitor (América-MG); Hayner e Betinho (Sport)
Local: Estádio Independência, em Belo Horizonte (MG).
Horário: 20h.
Árbitro: Vinicius Gomes do Amaral (RS).
Assistentes: Jorge Eduardo Bernardi (RS) e André da Silva Bittencourt (RS).
Arbitro de Vídeo: Pathrice Wallace Corrêa Maia.
Por:Diario de Pernambuco

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Esporte

Após medalha de Rayssa,deputado quer crianças de 13 anos trabalhando

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Depois da vitória da skatista Rayssa Leal, de 13 anos, nas Olimpíadas de Tóquio, o deputado federal Sóstenes Cavalcante (DEM-RJ) usou as redes sociais, nesta segunda-feira (26/7), para apoiar o trabalho infantil. “As crianças brasileiras de 13 anos não podem trabalhar, mas a skatista Rayssa Leal ganhou a medalha de prata nas Olimpíadas… Ué! É pra pensar… Parabéns à nossa medalhista olímpica! E revisão do Estatuto da Criança e Adolescente já!”, escreveu. No Brasil, são consideradas trabalho infantil e, portanto, proibidas: atividades econômicas e de sobrevivência, remuneradas ou não, praticadas por crianças ou adolescentes com menos de 16 anos, com exceção da condição de aprendiz, a partir dos 14 anos. Dados do IBGE, apontam que cerca de 2,5 milhões de crianças e adolescentes entre 5 e 17 anos trabalham no país. As atividades mais comuns são o trabalho doméstico, agricultura, construção civil, lixões e tráfico de drogas. “Art. 60. É proibido qualquer trabalho a menores de 14 anos de idade. Eu defendo a revisão desse artigo no Estatuto da Criança e Adolescente. Se atentem para a palavra QUALQUER no texto da lei”, finalizou o deputado.

Foto: Will Shutter/Câmara dos Deputados e Jeff Pachoud/AFP

Por Diário de Pernambuco

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Esporte

Brasil sofre mas bate Argentina no vôlei masculino

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Na manhã desta segunda-feira (26), o Brasil enfrentou a Argentina no vôlei masculino e acabou superando os adversários após jogo bastante intenso.

Os hermanos lideraram os dois primeiros sets, mas no terceiro e quarto set o Brasil virou o jogo e liderou a partida. O set da vitória foi bastante apertado (16/14) marcando a vitória da seleção brasileira.

Durante a partida, a pequena participação de Douglas causou alvoroço nas redes sociais, já que o atleta entrou em quadra, marcou ponto e foi homenageado com a música de Pabllo Vittar ‘Zap Zum’ na quadra em Tóquio. A canção da Drag Queen é uma das mais tocadas das Olimpíadas. (Por Esporte ao minuto)

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Esporte

Skatista Rayssa Leal faz história e conquista prata nas Olimpíadas aos 13 anos

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A skatista Rayssa Leal, 13, gravou seu nome na história do esporte e dos Jogos Olímpicos nesta segunda-feira (26), com a medalha de prata na categoria street das Olimpíadas de Tóquio-2020.

Essa é a primeira vez que o skate é disputado nos Jogos, e o Brasil já havia saído com uma medalha no primeiro dia do street, a prata de Kelvin Hoefler neste domingo (25). As provas da categoria park serão realizadas em 4 e 5 de agosto.

Se antes havia a expectativa de um pódio duplo ou até triplo, já que o Brasil tinha algumas das principais participantes da prova, coube a Rayssa a responsabilidade de buscar a medalha sozinha, após as surpreendentes eliminações de Pâmela Rosa e Leticia Bufoni nas eliminatórias.

Rayssa Leal, fenômeno do esporte aos 13 anos, é a participante mais nova do Brasil na história dos Jogos e agora também a mais nova medalhista do país.

Natural de Imperatriz (MA), ela ganhou projeção nas redes sociais aos 6, com um vídeo em que aparecia acertando manobras vestida com uma fantasia da personagem Sininho. Isso lhe rendeu o apelido de Fadinha, que a acompanha até hoje.

Nos últimos anos, a atleta de 1,47 m de altura e 35 kg se tornou um dos principais nomes do street no mundo. Foi vice-campeã mundial em 2019 e chegou bem cotada para as Olimpíadas.

O surgimento dela e de outras adolescentes com destaque no skate alimentou o debate sobre a criação de um limite mínimo de idade para participar dos Jogos, algo que já ocorre em outros esportes, como a ginástica artística. O tema deve ser discutido para a próxima edição, em Paris-2024.

No Japão, Rayssa está acompanhada da mãe, Lilian, que tem acesso à Vila Olímpica. Nos últimos dias, ela viralizou ao chamar a lenda Tony Hawk de “tio”, interagir com famosos nas redes sociais e ser adotada com carinho pela torcida brasileira.

Ela, que costuma definir sua relação com o esporte como uma “brincadeira com responsabilidade”, de fato conseguiu encarar a pressão da estreia olímpica de maneira leve e concluiu da forma como está acostumada: sorrindo e com uma medalha no pescoço.

Por:esporte ao minuto

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